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terça-feira, 19 de maio de 2015

A Ansiedade é ‘Contagiosa’, diz estudo


                                                         
ansiedade é ‘contagiosa’ e pode ser transmitida de pais para filhos e de outras formas, segundo um novo estudo.
A natureza ‘contagiosa’ dos pensamentos e comportamentos da ansiedade ultrapassam os efeitos da genética.
Essa é a conclusão de um novo estudo de gêmeos realizado por pesquisadores no Reino Unido.
A professora Thalia Eley, que liderou o estudo, disse que os pais ansiosos devem evitar passar para seus filhos através de seu comportamento:
“Nossa pesquisa mostra que mesmo se você tiver que lidar com altos níveis de ansiedade, não é inevitável que isso vá inferir seus filhos.
Há muitas coisas que podem ser feitas em casa para prevenir ou reduzir a ansiedade em crianças e adolescentes.
Ao mesmo tempo que tentar proteger seus filhos é uma tendência natural quando eles estão ansiosos, pode ser mais útil apoiá-los na tomada de pequenos riscos em idade apropriada.
Isso vai ensinar-lhes que o mundo é geralmente um lugar seguro e eles podem gerenciar situações que inicialmente parecem estressantes, desenvolvendo seu senso de domínio e por sua vez promovendo a resiliência.”
A ansiedade, um dos problemas mais comuns de saúde mental, já é bem conhecido por ter um forte componente genético.
Os pais que sofrem de transtornos de ansiedade são mais propensos a ter filhos com este problema.
O estudo é o primeiro a comparar a forma como os genes e o ambiente contribuem para a ansiedade. A pesquisa envolveu cerca de 1.000 famílias. Ao examinar as famílias com gêmeos, os cientistas foram capazes de remover os efeitos da genética usando estatísticas. Eles descobriram que os pais podem tornar as crianças ansiosas para além dos efeitos da ansiedade.
As crianças ansiosas também podem transmitir sua ansiedade para os pais, mesmo quando eles não estavam inicialmente ansiosos.
A professora Eley disse:
Esta abordagem se aplica igualmente à famílias com pais que não são ansiosos, mas que têm uma criança que parece se preocupar mais com a vida do que outras.
Da mesma forma, quando os eventos não vão tão bem como uma criança esperava, pode ser útil incentivá-las a considerar as explicações e não desanimá-las a tentar novamente e oferecer-lhes caminhos futuros positivos.”
O professor Robert Freedman, editor da revista, disse:
Este estudo é um marco, porque é o primeiro a estabelecer claramente a transmissão precoce de sintomas de ansiedade de pais para filhos, e não através do seu fundo genético comum, mas sim da forma como os pais ansiosos criam seus filhos.
Os pais que são ansiosos podem agora ser orientados e instruídos sobre as formas de minimizar o impacto de sua ansiedade sobre o desenvolvimento da criança“.
O estudo foi publicado no The American Journal of Psychiatry ( Eley
                         

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