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domingo, 30 de agosto de 2015

VITAMINA D PODE SALVAR SUA VIDA! ENTENDA MELHOR COMO ISSO ACONTECE.



Você viu os recentes artigos sobre a vitamina D na Newsweek e no Boston Globe? A manchete do artigo da Newsweek era: “Os americanos estão morrendo por falta da vitamina D?” E por que toda essa agitação sobre a vitamina D?
Todos nós sabemos que a vitamina D (colecalciferol) é crucial para sua saúde. Mas a vitamina D é realmente uma vitamina? Está presente nos alimentos que os seres humanos normalmente consomem? Embora exista em algum percentual na gordura dos peixes, a vitamina D não está em nossas dietas a não ser que artificialmente incrementemos um produto alimentar, como o leite enriquecido com vitamina D. A natureza planejou que você a produzisse em sua pele, e não a colocasse direto em sua boca.
Então, seria a vitamina D realmente uma vitamina?
Diferentemente de qualquer outra vitamina, a vitamina D é realmente um pré-hormônio. O seu corpo é a única fonte do potente hormônio esteróide chamado calcitriol. Como isso naturalmente acontece? Primeiro, sua pele produz vitamina D quando a luz solar atinge uma molécula de pré-colesterol. Então seu fígado converte a vitamina D na forma de armazenamento chamada de 25-hidroxi vitamina D que se armazena no sangue e na gordura corpórea.
Seu médico pode pedir um exame de sangue para descobrir se você apresenta deficiência de vitamina D. Os níveis ideais de 25-hidroxi vitamina estão entre 40 a 100 ng/mL
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Fórmula estrutural plana da Vitamina D2 (Calciferol) e D3 (Colecalciferol)
Se você tiver suficiente 25 OH vitamina D em seu sangue, então as “coisas realmente acontecem”. Um pouco vai para os rins para ajudar a manter os níveis de cálcio no sangue, mas o mais importante acontece nos seus tecidos. Os tecidos por toda parte do seu corpo convertem 25 OH vitamina D em calcitriol. O calcitriol, ou vitamina D ativa, é o hormônio esteróide mais potente do corpo humano.
Como os todos os hormônios esteróides, o calcitriol funciona controlando seus genes.  Ele dá o sinal para seus genes produzirem centenas de enzimas e proteínas cruciais para manter a saúde e lutar contra doenças.
Obtendo Sua Porção de Vitamina D
Tudo isso acontece, só se você conseguir suficiente vitamina D a partir dos raios do sol ou de suplementos. Se você é um dos que evitam totalmente o sol, pesquisas recentes indicam que você precisa mais ou menos 4.000 unidades de vitamina D em um dia! Então você não vai conseguir suficiente vitamina D a partir do leite (a menos que você beba 40 copos por dia) ou de um multi-vitamínico (a menos que você ingira mais ou menos 10 tabletes por dia), aliás, nada disso é recomendado.
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Vitamina D - Clínica de Massoterapia, Quiropraxia, Auriculoterapia em São José - Centro SC
Se você não conseguir a vitamina D do modo como a Mãe Natureza pretendeu, a partir dos raios do sol, você precisa tomar suplementos de vitamina D. Muitos de nós conseguimos muito mais vitamina D dos raios solares do que nós imaginamos, mas a maioria tem uma necessidade de mais ou menos 2.000 unidades extras por dia. Cada vez mais a Internet e lojas de suplementos alimentares e de saúde vendem vitamina D.
Muitas das doenças de civilização moderna – câncer, doença de coração, diabete, hipertensão, doença peridental, depressão e até obesidade – estão agora claramente associadas com a deficiência de vitamina D. Mas uma associação não é o mesmo que uma relação de causa e efeito. A deficiência de vitamina D causa muitos casos dessas doenças da civilização moderna? Nós apenas não sabemos. Nós precisamos dos Institutos Nacionais de Saúde para financiar mais pesquisa em vitamina D. Até agora, porém, eles recusaram.
Se você quiser entender a vitamina D, você precisa reconhecer três fatos que tem sido geralmente ignorado por quase todos, exceto alguns cientistas estudiosos da vitamina D.  Aldous Huxley uma vez disse, “Fatos não deixam de existir, apenas porque eles são ignorados.” Dois destes fatos ignorados são questões simples e um terceiro é mais complexo.
O Hormônio Esteróide
O primeiro fato você já conhece. A forma ativa de vitamina D é um hormônio esteróide e o mais potente no corpo. Os hormônios esteróides funcionam por “desmascarar” o genoma. Isto é, eles habilitam a produção de proteínas e enzimas pelo seu equipamento genético, a essência da vida. Então a forma ativa de vitamina D age habilitando a expressão genética de proteínas e enzimas cruciais para a saúde em centenas de tecidos por todo o corpo. Este fato explica por que a deficiência de vitamina D é envolvida em tantas doenças diferentes.
O segundo fato mudou minha vida. Fez-me perguntar por quê? O fato é o seguinte: A maioria de nós produz mais ou menos 20.000 unidades de vitamina D após mais ou menos 20 minutos de sol de verão. Para a maioria dos tipos de pele, um eritema mínimo por todo o corpo [vermelhidão leve] produzido pela luz de raios UVB resulta na produção de cerca de 20.000 unidades de colecalciferol. Isto é mais ou menos 100 vezes mais vitamina D do que o governo diz que você precisa diariamente.
Pergunte a si mesmo: por quê? Por que os seres humanos fariam tanta vitamina D, com tanta rapidez? Eu pensei sobre isto, estudei livros de ensino, pesquisei na literatura médica, perguntei a todos os peritos, e dediquei o resto de minha vida profissional a fazer outras pessoas a se perguntarem “por quê?” Por que nós teríamos um sistema hormonal esteróide que faz tanto substrato com tanta rapidez?
A única resposta que qualquer um pode apresentar é: “Provavelmente seja por uma boa razão.” A ciência não sabe por que. Os biólogos sabem que a natureza não projeta sistemas tão complexos quanto o sistema hormonal esteróide da vitamina D sem alguma razão. A ciência médica simplesmente não sabe por que nós temos a capacidade para produzir tanta vitamina D tão depressa.
Produção da Vitamina D
Vitamina D - Clínica de Massoterapia, Quiropraxia, Auriculoterapia em São José - Centro SC
Produção da Vitamina D
Este segundo fato também diz a você algo sobre a condição humana normal e o atual desvio de conduta. Antes de nós começarmos a viver em edifícios e carros, vestindo roupas protetoras contra o sol e nos besuntando com bloqueadores solares, nós lavrávamos e caçávamos. E antes disso, nós procurávamos por alimentos, desnudos sob o sol subequatorial africano por dezenas de milhares de anos.
Quanta vitamina D nós obtínhamos então? MUITA!
Nós começamos a movermos para os interiores durante a revolução industrial e agora o movimento está quase completo. Alguns de nós ficamos por dias, semanas, ou até meses sem deixar que um único raio de sol atinja nossa pele e produza vitamina D. Se nós formos ao sol, nossos dermatologistas nos repreendem. Tanto faz se é bom ou ruim, esta forma de existência é aberrante para a espécie. A “moderna” evitação ao sol é um erro de conduta para o Homo sapiens.
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Vitamina D - Clínica de Massoterapia, Quiropraxia, Auriculoterapia em São José - Centro SC
                 
A melanina evoluiu como um filtro solar natural eficaz porque absorve radiação UVB, reduzindo assim a produção de vitamina D com o passar do tempo.
Controlando Natureza?
O terceiro fato é mais complexo e tem a ver com a regulação singular do sistema hormonal esteróide da vitamina D.    Os sistemas hormonais esteróides são firmemente regulados pelo organismo. Quando os níveis estão muito baixos, o corpo fabrica mais hormônios. Quando aqueles níveis estão muito altos, o corpo produz menos. Mas não com a vitamina D.
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Vitamina D - Clínica de Massoterapia, Quiropraxia, Auriculoterapia em São José - Centro SC
Primeiramente, diferente de outros sistemas esteróides, o sistema da vitamina D necessita de ambos, colesterol e luz solar para iniciar. O corpo não tem nenhuma maneira de obter vitamina D a menos que você entre em contato com o sol ou tome suplementos. Lembre-se, diferentemente de todos os outros hormônios esteróides, o corpo não pode fabricar sua própria vitamina D a partir do colesterol. Ele necessita de raios de sol também.
Claro, até mais ou menos 300 anos atrás, os seres humanos sempre tiveram muitos raios solares.
Lembre-se, a ação real está nos tecidos. Os sistemas de vitamina D autócrina (para a própria célula) e parácrina (para as células vizinhas) parecem estar ligados a pleno o tempo todo. (Em termos científicos, a constante de Michaelis-Menten nunca é alcançada plenamente até que ocorra o pleno equilíbrio das taxas de concentração dos substratos fisiológicos de ambas, a produção de calcidiol do fígado e da produção de calcitriol dos tecidos.)
O sistema direto de retroalimentação negativa (direct negative feedback) não parece estar operando em níveis fisiológicos tanto para a produção de calcidiol no fígado quanto a de calcitriol nos tecidos. Isso implica que os níveis nos tecidos podem estar cronicamente esvaziados nos humanos modernos. Além disso, nós não temos nenhum método fácil de saber se nós estamos depletados, uma vez que isso se tornou um estado humano padrão.
Se a produção de calcitriol no tecido está ligada a pleno o tempo todo, o que previne a toxicidade da vitamina D nos humanos que vivem sob o sol? Primeiro muito da vitamina D você produz é excretada pela bílis. O mesmo pode ser verdade para muito do calcidiol que seu fígado produz. Além disso, existem numerosos outros metabólitos da vitamina D. Então, apenas mais ou menos 1/1000 de seu calcidiol é transformado em calcitriol. Dito isso, a produção nos tecidos de calcitriol está ainda correndo a pleno sob concentrações normais do substrato calcidiol.
Então o que limita a quantidade de calcitriol nos tecidos? A pele.
Depois de você produzir mais ou menos 20.000 unidades, os raios de sol começam a destruir vitamina D na pele. Em outras palavras, a mesma luz solar que produz vitamina D é a primeira a iniciar o seu processo de degradação. A produção equivale à destruição.
Como a produção de calcitriol nos tecidos e a criação de calcidiol no fígado sempre funcionam abaixo de sua capacidade bioquímica, isso significa que o processo limitador das taxas do hormônio esteróide mais potente do corpo humano parece recair sobre a pele. De certo modo, isso recai sobre seu comportamento, sua escolha em andar ao sol – ou não. Isto é biologicamente inigualável para qualquer um de todos os outros hormônios esteróides.

Este complexo terceiro conjunto de fatores, fortemente implica numa severa deficiência difundida entre os seres humanos modernos. Quando os sistemas de hormônio esteróide são ligados a pleno, sem desligamento periódico, isto normalmente significa que o corpo está sempre pedindo por mais! Uma vez que poucos de nós vivemos desnudos sob o sol, nossos sistemas de vitamina D estão secos, nossos tanques de calcidiol estão sempre com o ponteiro na reserva, nossos tecidos estão famintos por mais desse hormônio esteróide, o mais potente do corpo, e, talvez por isso, as doenças de nossa civilização estejam cada vez mais disseminadas.
Algumas doenças que têm sido cientificamente associadas à carência de vitamina D no organismo:
Asma: a vitamina D tem ajudado a reduzir a gravidade e a prevalência de sintomas de asma e pode ajudar a minimizar a inflamação responsável por restringir as vias aéreas, tornando-se difícil para os asmáticos respirar.
Hipertensão: Um estudo recentemente publicado no Journal of Investigative Medicine encontrou que os pacientes com hipertensão se saíram melhor quando os seus níveis de vitamina D foram reforçados.
Doença inflamatória intestinal (DII): Numerosos estudos realizados na Europa, Índia e nos Estados Unidos identificaram uma ligação entre níveis baixos de vitamina D e taxas mais elevadas de doença de Crohn, colite ulcerativa e outras formas de DII.
Gripe: Pesquisas, mostram que vitamina D ajuda a reforçar o sistema imunológico e a ciência está apenas começando a reconhecer o potencial de combate à gripe da manutenção de níveis ideais de vitamina D. Uma pesquisa publicada no The American Journal of Clinical Nutrition que contou com a participação de 340 crianças japonesas durante quatro meses observou que os riscos de contrair gripe diminuiu no grupo que ingeriu o suplemento de vitamina D.
Diabetes: Um estudo realizado pelo Institute of Child Health da Inglaterra acompanhou 10.000 crianças finlandesas desde o nascimento e observou que aquelas que receberam regularmente suplementos da vitamina tiveram 90% menos chances de desenvolver diabetes tipo 1. Como a diabetes tipo 1 é uma doença autoimune, a vitamina D torna-se necessária por ser um imunoregulador.
Um estudo de 2011, publicado na revista AIDS, encontrou que a deficiência de vitamina D pode exacerbar os sintomas da síndrome metabólica em pacientes com HIV e também relatou que a manutenção de níveis elevados de vitamina D através da exposição à luz solar ou suplementação pode realmente ajudar a reduzir o risco de desenvolvimento do diabetes tipo 2.
Cáries dentárias: Numerosos estudos recentes descobriram que os níveis ideais de vitamina D promovem a calcificação saudável dos dentes, ao passo que a falta deste importante nutriente pode levar a taxas mais elevadas de cáries dentárias.
Artrite reumatoide: Um estudo recente do Canadá descobriu uma “Associação consideravelmente forte” entre deficiência de vitamina D e a artrite reumatoide. Na verdade, aqueles com níveis plasmáticos mais baixos de 25(OH)D foram constatados serem até cinco vezes mais suscetíveis à doenças relacionadas com a AR do que os outros.
Câncer: Quer se trate de câncer de mama, próstata, cervical, colorretal, esofágico, gástrico, endometrial, ovariano, pancreático ou renal, todos os tipos foram demonstrados serem mais proeminentes entre pessoas com níveis inadequados de vitamina D. Inversamente, aqueles com altos níveis de vitamina D, ou que sejam considerados níveis “ótimos”, tendem a ser os menos propensos a desenvolver câncer. Isto ocorre porque a substância participa do processo de diferenciação celular, que mantém as células cardíacas como células cardíacas, as da pele como da pele e assim por diante. Desta maneira ela evita que as células se tornem cancerosas. Além disso, a vitamina D ainda promove a autodestruição das células cancerosas.
Disfunção erétil: Um estudo reportado pela Sociedade Internacional de Medicina Sexual concluiu que uma significante parcela de pacientes com disfunção erétil tem deficiência de vitamina D e essa condição é mais frequente em pacientes com etiologia arteriogênica. Baixos índices de vitamina D podem aumentar o risco de disfunção erétil, promovida pela disfunção endotelial.
Problemas cardiovasculares: quantidade insuficiente de vitamina D está ligada ao risco dobrado de doenças do coração, mostrou um estudo americano.
Fragilidade óssea, como a osteomalácia e o raquitismo. A falta de vitamina D está ligada à osteoporose em idosos, pela diminuição da incorporação do cálcio na remodelagem óssea, cujo metabolismo é regulado pela vitamina D.
Fraqueza muscular: os músculos precisam da vitamina D para desempenhar suas funções, pois o cálcio, cuja absorção é modulada pela vitamina D, é essencial para o metabolismo muscular. Com a falta desta vitamina, a fraqueza toma conta. Uma pesquisa feita pela Universidade de Zurique com pessoas acima de 65 anos observou que o consumo de vitamina D pode diminuir o risco de quedas em 19%
Autismo: um estudo sueco descobriu que a falta de vitamina D está ligada ao nascimento de crianças com autismo.  Como a vitamina D é importante para o desenvolvimento do cérebro, ela ajuda a prevenir o autismo durante a gestação. A falta da vitamina D durante a adolescência pode levar à depressão.
Esquizofrenia: bebês que nasceram com baixa dose de vitamina D têm duas vezes mais chance de desenvolver esquizofrenia, mostrou um estudo australiano. Em um estudo realizado por pesquisadores do Ankara Numune Training and Research Hospital, na Turquia, e publicado em dezembro de 2014  naTherapeutics Advances in Psychopharmacology, os autores afirmam que mesmo que fatores importantes para a síntese de vitamina D sejam semelhantes em diferentes pacientes com esquizofrenia, há uma deficiência grave de vitamina D em pacientes com um episódio agudo, significativamente diferente daqueles em remissão. Estes resultados contribuem para a ideia de que a deficiência de vitamina D e esquizofrenia podem ter interações por uma via ainda desconhecida.
Doenças autoimunes: a vitamina D já está sendo utilizada no tratamento de doenças autoimunes, condição que ocorre quando o sistema imunológico ataca e destrói tecidos saudáveis do corpo por engano. A vitamina D é um imunoregulador que inibe seletivamente o tipo de resposta imunológica que provoca a reação contra o próprio organismo. De acordo com artigo publicado em novembro de 2014 naImmunologic Research, nos últimos anos surgiram evidências que apontam para o envolvimento de vitamina D no desenvolvimento de muitas doenças autoimunes e uma grave deficiência de vitamina D tem sido encontrada especialmente em pacientes com a doença autoimune da tireoide (DAT).
Diminui o risco de morte prematura: Uma pesquisa publicada no Archives of Internal Medicine sugere que tomar suplementos de vitamina D podem reduzir as taxas de mortalidade. O estudo observou o resultado de 18 estudos que contaram no total com cerca de 60.000 participantes e constatou que o consumo de suplementos de vitamina D diminui em 7% o risco de mortalidade por qualquer causa.
Referências:
Artigo de John Cannell, MD
http://www.umaoutravisao.com.br/secoes/Sa%C3%BAde/segredosvitaminad.htm
Vitamin d and erectile dysfunction.

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