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quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Terapia do Conê Chinês ou Canudo de Ouvido - Tratamento de ouvido, nariz e garganta - Atendemos São José SC, Florianópolis (Floripa), Palhoça, Biguaçu




Conheça a técnica da Dermatovacum reflexologia :

Esse nome bem complicado significa sucção (vácuo) de resíduos energéticos pela pele (dermatos), através de pontos de reflexo (reflexologia). Essa terapia trata os bloqueios energéticos exatamente nos pontos onde se formaram, e procurando relacioná-los com a causa que os gerou.

A cultura popular, através de seus curandeiros, bezendeiras, xamãs, feiticeiros, índios, avós, entre outros, desde a antiguidade já utiliza técnicas de cura simples e muito eficientes. É o caso do uso de Cones Encerados, também conhecidos como cones chineses ou cones de ouvido, utilizados para atenuação de inflamações, dores e bloqueios energéticos. Essas velas cônicas, afuniladas, originalmente feitas com canudos de cortiça ou casca de salgueiro enrolada, já eram utilizadas por povos indígenas, na América do Sul, tribos com muitos conhecimentos primitivos de sabedoria espiritual e curandeirismo.

Considerando seus efeitos no corpo físico, podemos afirmar que sua atuação está diretamente relacionada ao sistema linfático, uma vez que este é responsável pela eliminação das toxinas acumuladas. Serve para "desenfartar" gânglios sobrecarregados, entupimentos e edemas, através da evaporação dos líquidos do corpo, as toxinas são eliminadas.
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Princípio de funcionamento

A pele é o elemento de intercâmbio energético e químico do nosso corpo com o mundo externo. Com a sucção que se forma pelo vácuo gerado pelo movimento ascendente da fumaça são sugadas as toxinas, já evaporadas, que estavam presentes na pele. Estas substâncias irão se condensar sobre a parede interna do cone, visto que nesta parede há uma temperatura ligeiramente inferior. A principal vantagem deste método de cura primitivo, é que retira depósitos de substâncias formados pela, e na, pele.

A limpeza é feita de uma forma natural, sem nenhuma seqüela ou sacrifício. Apenas através da intensificação do intercâmbio de substâncias, que naturalmente ocorre através da pele, mas que pela ação do cone torna-se mais potencializada e direcionada.

Estes resíduos poderão ser encontrados no interior do cone. Ele poderá ser aberto e constatado o tipo de material que foi sugado. Convêm salientar que nem todo material será visível, pois durante a queima do cone parte deste material é queimado também.

A utilização do cone é recomendada em diversos tipos de dores pelo corpo, inchaço, problemas digestivos, neurológicos, ligamentos e inflamações diversas. Também é útil no tratamento de cólicas menstruais, ajuda a corrigir disfunções nos ovários e até no emagrecimento. Sua utilização nestes casos pode ser até diária, exceto no período menstrual.

Temos muita experiências com pacientes com casos de enxaquecas, dor de cabeça, garganta inflamada, tosse, rinite, sinusite, labirintite, zumbido, chiado no ouvido, gripe, resfriados, mucosa nasal, equilíbrio energético, conjuntivite, olfato... Energeticamente tem efeito na diminuição do estresse, pois estabiliza o líquido cerebral.

Os cones inicialmente são aplicados no ouvido e ao começar a queima da cera desce uma fumaça por dentro do tubo, então acontece uma pressão, que facilita a eliminação de muco e ajuda na mobilização natural do corpo como uma resposta ao estímulo recebido. Os cones são apenas uma ferramenta de mobilização de muco, mas a pessoa que recebe a aplicação sentirá todos os benefícios após o atendimento terapêutico. 

Clínica de Massagem Terapêutica, Quiropraxia e reflexologia em São José,SC

         Endereço:  Rua Arnaldo Bonchewitz, 29
                        centro - São José (SC)

PROFISSIONAIS:

Dé Schmitz - Terapêuta Holística 













Vico Lamanna - Massagista e Terapeuta Holístico











ENDEREÇO:
Rua Arnaldo Bonchewitz, 29 - Centro - São José (SC)
Perto da Moto Panther   
   

INFORMAÇÕES E AGENDAMENTO DE HORÁRIO:

(48) 3094-5746  (Fixo)
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Atendemos em nosso consultório as seguintes regiões: São Jose SC, Florianópolis (Floripa), Palhoça, Biguaçu, Santo Amaro da Imperatriz, Antonio Carlos SC, Águas Mornas SC, São Pedro de Alcantara SC, Governador Celso Ramos SC, São João Batista SC, São Bonifácio, Garopaba, Itapema, 

O que pouco sono pode fazer com você - As terríveis consequências de dormir pouco


Todo mundo já teve uma péssima noite de sono e passou o dia seguinte cansado e mal humorado.
Mas, além da fadiga e do problema de humor, há evidências científicas de que nós também nos tornamos emocionalmente distraídos quando não dormimos, o que pode dificultar a nossa capacidade de ler situações e pessoas.

Testando o emocional

Talma Hendler, da Universidade de Tel Aviv, em Israel, estava interessada em saber como a falta de sono afetava nosso emocional.

Assim, em um estudo publicado na revista Journal of Neuroscience, ela e seus colegas mantiveram 18 adultos acordados uma noite toda, medindo repetidamente sua sonolência.
Os voluntários fizeram duas rodadas de testes enquanto seus cérebros eram escaneados: uma um dia depois de uma boa noite de sono, e outra depois de ficarem acordados por 24 horas.

Resultados iniciais

No teste, os voluntários tinham que dizer a direção em que pontos amarelos se moviam em uma tela. Em cada caso, os pontos foram colocados sobre uma imagem potencialmente distraidora. Ela poderia ser positivamente emocional (de um gatinho ou um casal apaixonado, por exemplo), negativamente emocional (como um corpo mutilado ou uma cobra) ou neutra (como uma vaca ou uma colher).
Quando os voluntários estavam descansados, foram melhores e mais rápidos em dizer a direção do movimento quando a imagem de fundo era neutra. Depois de uma noite sem dormir, o seu desempenho foi igualmente ruim, fossem utilizadas imagens neutras ou emocionais.

Hum… O que estava acontecendo?

Será que uma noite sem dormir prejudica universalmente o julgamento? Hendler não sabia. Segundo a pesquisadora, também era possível que o resultado sugerisse algo mais sutil – que a falta de sono faz com que imagens neutras provoquem uma resposta emocional em nosso cérebro.
Para investigar melhor essa ligação, a equipe realizou uma outra experiência semelhante, usando dessa vez um scanner mais detalhado para medir a atividade em diferentes áreas do cérebro.

A descoberta

Dentro do scanner, os voluntários novamente viram imagens neutras e emocionais potencialmente distraidoras enquanto tentavam completar uma tarefa. E, novamente, as pessoas privadas de sono foram distraídas por todas as imagens, enquanto as descansadas só se distraíram por imagens emocionais.
Além disso, uma região do cérebro chamada amígdala, conhecida por desempenhar um papel na emoção, ativou-se somente em resposta a imagens emocionais quando os voluntários tinham tido uma boa noite de sono. Quando estavam privados de sono, reagiu a imagens neutras da mesma forma como fez com as emocionais.
A equipe também descobriu uma atividade incomum em uma parte frontal do cérebro chamada córtex cingulado anterior. Pensa-se que ela regula a amígdala e as nossas emoções.
Em pessoas bem descansadas, as duas regiões do cérebro se ativaram juntas. Mas pareciam fora de sincronia quando os voluntários estavam privados de sono, com o córtex cingulado anterior não tendendo a disparar quando a amígdala o fazia.

Não consigo dormir: sono ruim e distração emocional

Talvez esta parte do cérebro não seja tão capaz de controlar nossas respostas emocionais quando não dormimos o suficiente.
Juntas, as experiências sugerem que, quando estamos privados de sono, tendemos a ver situações normais ou cotidianas como particularmente dignas de nossa atenção. “Você perde a neutralidade. A capacidade do cérebro para dizer o que é importante é comprometida – é como se tudo fosse importante”, sugere Hendler.
Há uma maneira óbvia de se proteger contra os efeitos da perda de sono: dormindo bem. Se este é um grande problema para você, o ideal seria procurar ajuda profissional, visto que o tempo de olhos fechados é essencial para diversos aspectos da saúde, não só o emocional. 

domingo, 27 de setembro de 2015

A Doença como Linguagem da Alma - Os Sintomas como Oportunidades de Desenvolvimento - Cones Chineses, Indianos, Hindu ou Hopi



Trecho extraído do livro:

A Doença como Linguagem da Alma

OS SINTOMAS COMO OPORTUNIDADES DE DESENVOLVIMENTO
Rüdger Dahlke  -  Editora CULTRIX
Ouvido e audição
A orelha, que é a parte externa do ouvido. tem uma forma eminentemente feminina. Enquanto o olho tem acesso a um controle ativo, a lei que rege o ouvido o submete a uma maior passividade. Ele permanece aberto mesmo durante a noite, que é a metade feminina do dia, não se deixa dirigir ou controlar e, de maneira correspondente, tem menor capacidade de concentração. Naturalmente não existe, portanto, um ponto em que a audição é mais aguçada. Enquanto o olho, por princípio, pode fechar-se e está limitado a uma metade da realidade, aquela para a qual o rosto está voltado, o ouvido não pode ser desligado e por essa razão está sempre sendo informado de maneira abrangente. Ainda que se durma sobre um dos ouvidos, o outro continua desperto. Na escala de ondas eletromagnéticas, a faixa de freqüências percebida pelo ouvido ultrapassa em muito a do olho. Contrariamente às pálpebras, a ausência de mobilidade das orelhas acentua igualmente a qualidade passiva do sentido da audição, já que não se encontram no centro como os olhos mas, tipicamente, na periferia do rosto. Nós emprestamos nossos ouvidos a alguém ou damos uma ouvida no que ele tem a dizer, embora somente lancemos olhares ao nosso redor. O fato de que os animais sejam capazes de mover as orelhas e de que algumas poucas pessoas também tenham a possibilidade de executar ativamente com elas alguns movimentos rudimentares permite presumir que essa capacidade foi sendo perdida por desleixo. É somente em sentido figurado que nós ainda podemos ficar com as orelhas em pé. O ponto a que chegamos pode ser comprovado pelo fato de acharmos que orelhas móveis são cômicas, enquanto olhos imóveis nos parecem trágicos. A diferente valoração de ambos os sentidos mostra-se também no fato de nós confiarmos constantemente em nossa ótica, mas só muito raramente se é todo ouvidos, já que nós praticamente nos esquecemos de ouvir com atenção.
A cóclea, o órgão da audição propriamente dito, que está situado no interior do ouvido, é um sinal ainda mais importante que o pavilhão auricular. A imagem da espiral é um símbolo primordial que, ao contrário das linhas retas, está muito mais próxima da realidade. No âmbito do infinitamente pequeno, os físicos atômicos encontraram sua marca no local de formação de matéria nova, assim como o fizeram os astrofísicos nas gigantescas dimensões do universo, sob a forma de nebulosas em espiral, enquanto os biólogos moleculares seguiram seu rastro no material genético do DNA; já os psicoterapeutas a conhecem como aquele redemoinho com que o ciclo da vida tem inicio, na concepção, e com o qual se fecha ao final da vida, quando a alma volta a deixar o corpo. Conseqüentemente, a percepção do ouvido aproxima-se mais da realidade, sobretudo quando pensamos que tudo na criação foi constituído a partir do som. "Nada-Brahma, o mundo é som”[i]. C. G. Carus disse: "O ouvido interno pode ser considerado o órgão mais importante e significativo do desenvolvimento psíquico"” Schopenhauer e Kant referem-se à relação entre o ouvido e o tempo, que nós medimos de acordo com o curso das estrelas desde tempos imemoriais. Suas "órbitas" são na realidade espirais. Rudolf Steiner reconheceu que a vida é ritmo, e por também decorrer ritmicamente[ii], o tempo está intimamente ligado à nossa vida. Nós vemos com os olhos a superfície do mundo, os fenômenos. Com nossos ouvidos, entretanto, escutamos as profundezas, as raízes de nossa vida. Nesse sentido, os olhos "fenomenais" contrapõem-se aos ouvidos radicais (do latim radix = raiz). Isso não faz com que os ouvidos sejam fundamentalmente melhores que os olhos, somente mostra que nós os utilizamos de outra maneira, mais profunda.
A relação dos dois mais importantes órgãos dos sentidos fica evidente nos relacionamentos interpessoais. Nós vemos e ouvimos uns aos outros. Primeiro entramos em contato e por último, eventualmente, aprendemos a nos entender mutuamente. As reações à cegueira e à surdez demonstram como a audição nos toca profundamente. Devido à valoração dominante, consideramos a cegueira como sendo muito pior, mas a prática demonstra que ela é mais fácil de suportar. Com a audição, perdemos o vibrar juntamente como mundo e, assim, a sensação de ser parte dele, o que resulta em perturbações psíquicas que chegam até à depressão. A surdez acarreta a ausência de sensações. Quando a mão está surda [em alemão = dormente] não pode sentir mais nada. O ditado alemão mostra que ouvir e sentir podem substituir um ao outro: "Aquele que não quer ouvir deve sentir."

Quando nos privam da audição, vivemos em um mundo sem som. E a sensação de ser expulso, de ser um estranho no pior sentido, o que animicamente é quase insuportável. Assim como no início da criação há um som, toda criatura ouve desde o princípio o batimento do coração materno. Todas as mães sentem como esse cordão umbilical acústico é importante ao estreitar o filho inquieto contra o peito de maneira intuitiva e espontânea. É esse som tão conhecido que, em última instância, acalma a criança. Qualquer família de patos mostra o fenômeno. A mãe grasna ininterruptamente e enquanto os patinhos a escutam, tudo está em ordem. Assim que os grasnidos enfraquecem, é hora de retornar.
No ensurdecimento, ou seja, quando se começa a ter dificuldade em ouvir, a indicação é parar, dirigir a escuta para fora e esperar que as respostas venham de lá. Não é mais o caso de escutar o exterior, mas a voz interna, à qual, unicamente, se está sendo remetido pelo sintoma. O ritmo interno quer ser encontrado. De acordo com a natureza, esta é uma tarefa da idade madura, razão pela qual o sintoma também afeta preferencialmente essa faixa etária. Quem, em idade avançada, continua voltado apenas para o exterior, pode contar com que o destino o corrigirá. Mas isso pode ocorrer através do fechamento do ouvido externo. A própria voz interna, assim como a voz de Deus, pode ser ouvida independentemente dos ouvidos físicos e, em casos extremos, terminam sendo a única conexão. Isso pode ser sentido como drama ou oportunidade. Neste ponto, dever-se-ia se pensar também nos compositores Beethoven e Smetana, que apesar da surdez externa compuseram música divina e também ouviram internamente.

Causas psicossomáticas do Zumbido
(Tinnitus ou ruído nos ouvidos)

Aquilo que à primeira vista pode parecer um sintoma pequeno e inofensivo atormenta mais de seis milhões de pessoas só na Alemanha, tendo assim alcançado o grau de epidemia. Tinnitus vem do latim tinnire, que quer dizer, evidentemente, tinir. Freqüentemente ele é descrito como murmúrio, bramido, zunido, som de sinos, sussurro, sons sibilantes, batidas, assobios, tinidos e até mesmo uivos. Não todos, mas a grande maioria dos afetados sofre com o ruído interno, sentindo-se incomodados e até incapacitados.
A medicina acadêmica parte do princípio de que o ruído é a causa em mais da metade dos pacientes. Há uma relação com o excesso de stress em praticamente todos os pacientes. Em última instância, os ruídos nos ouvidos são ruídos internos levados para dentro, os afetados incomodam a si mesmos. Há muito falando em favor de que eles, perturbados pelo “ruído" externo, não se defendem e sim incorporam, internalizam a agressão.
Em vez de lidar com o stress de maneira construtiva e ir ao encontro das exigências no exterior, eles tendem a resolver tudo internamente, sozinhos. Não é de admirar que algo aconteça internamente. Os sons no interior (como todos os sintomas) devem ser entendidos como sinais que querem transmitir uma mensagem. O tipo de mensagem resulta do tipo de ruído, que geralmente contém algo de admonitório ou, pelo menos, que tenta chamar a atenção. O despertador soando quer acordar, a sirene assustar, o uivo de uma bóia, da mesma maneira que um alarma, avisa que uma tempestade se aproxima, quem bate à porta pede entrada e atenção, apitos avisam ou emitem sinais. Tais sons podem não ser agradáveis, mas são sempre significativos. O bramido de uma tormenta, o zunido de um enxame de abelhas ou o rugido de um urso não pressagiam nada de bom, naturalmente, mas são muito úteis quando alguém os escuta, leva os avisos a sério e se comporta de maneira condizente.
Os pacientes de tinnitus internalizaram a torrente de stress e agora ele soa neles a partir de dentro e avisa da proximidade mais próxima, já que sinais mais distanciados não são escutados. O ponto da história da vida em que os avisos provenientes do interior começaram mostra quando o copo recebeu a última gota. A partir de então o silêncio interno é impossível para os pacientes, que dessa maneira aprendem a conhecer sua profunda necessidade de tranqüilidade. O silêncio interno, no entanto, somente pode surgir quando o necessário for feito externamente. Nesse ponto eles se comparam à nossa sociedade moderna, que faz com que o silêncio seja cada vez mais impossível e confronta as pessoas com cada vez mais ruído (stress). Mas justamente assim ela desperta uma necessidade crescente de silêncio. A poluição sonora crescente corresponde aos ruídos no ouvido cada vez mais altos, sendo que aqui os ruídos devem ser compreendidos de forma muito mais abrangente e não somente medidos em decibéis. Ainda que os doentes de tinnitus sejam também produto de uma sociedade que praticamente não conhece mais o silêncio, eles estão sendo chamados por seu sintoma a posicionar-se frente ao ruído para assim aprender a contorná-lo. Antes de chegar a ponto de combater o ruído alopaticamente, a tarefa em mãos seria escutá-los para saber o que têm a dizer. Na maioria das vezes, trata-se da exigência de falar mais alto não só interna mas também externamente.
Por um lado, os pacientes estão bem adaptados às necessidades da sociedade, por outro eles estão muito mal adaptados às da vida com suas exigências sempre mutantes. Eles levaram para dentro o stress, que poderia vivificar e pôr para fora as energias vitais, e levantaram barricadas internas para que a vida externa continuasse funcionando bem. Com freqüência, essa situação se dá de forma simultânea com processos de arteriosclerose. O aspecto de endurecimento e falta de adaptação às vicissitudes da vida evidenciam-se acusticamente em vários ruídos auditivos: ao caráter despertador dos ruídos soma-se o tilintar, o ranger das estruturas endurecidas e solidificadas.
Enquanto os sons representam um vibrar harmônico de energia, os ruídos se caracterizam por suas vibrações desarmônicas. Entretanto, energia é liberada em cada som. Neste ponto é possível diferenciar dois grupos de afetados, o grande grupo dos molestados e o pequeno grupo de pessoas que sentem seu tinnitus como som e podem lidar com ele. Passar o paciente do primeiro para o segundo grupo já seria uma ajuda substancial, sendo o objetivo da maior parte das terapias.
A experiência mostra que uma aceitação relaxada dos ruídos transforma o barulho selvagem e tormentoso em sons aceitáveis que podem indicar o caminho. Trata-se de voltar a reconhecer e confrontar do lado de fora o stress internalizado. E pode ser que os sinos estejam anunciando uma tempestade no sentindo mais verdadeiro da palavra, e que se esteja sendo chamado à ordem com apitos, bramidos e rugidos. Em meio ao caos externo, uma tarefa substancial do afetado é não só encontrar mas também defender e manter a posição frente ao assalto de ameaças proveniente do exterior. Soma-se a isso o fato de muitos pacientes de tinnitus terem também problemas de equilíbrio. O órgão do equilíbrio encontra-se na mesma cavidade do osso temporal que o ouvido interno e está ligado ao mesmo nervo, o stato-acusticus. Em última instância, é a partir daqui que todos os músculos são dirigidos, o que nos permite fazer frente à força da gravidade. Os problemas auditivos que também se apresentam com freqüência são explicados pelo perturbador ruído de fundo interno. Eles mostram como o tema ouvir, escutar e obedecer é difícil quando se leva tudo o que está fora para dentro de si mesmo e não se tem mais espaço para o que é interno.
Agora, a tarefa primária de aprendizado não é desligar-se da maneira mais efetiva possível do transmissor de perturbações interno, tal como muitas indicações de terapia do comportamento pretendem e sim, ao contrário, escutá-lo. Quando os ruídos provocam ira, eles estão indicando as próprias agressões; caso perturbem a capacidade de concentração, indicam problemas em ater-se ao que é essencial; mas eles, sobretudo, dizem sempre que a raiz está no próprio interior. O ruído externo não tem culpa, o responsável é própria maneira de lidar com ele. Ele é internalizado e por essa razão o próprio mundo interior é descuidado e permite que o ruído transforme a ordem interna em um caos. A tarefa é obter paz do enervante exterior em voz alta para aprender a escutar para dentro. A intuição como caminho para a própria ordem e para a própria verdade voltará a ser vivificada. A experiência demonstra que, na medida em que essa separação se dá juntamente com um voltar-se para o interior, a caricatura da voz interior, o tinnitus, pára de gritar. Quando o paciente aprende a ouvir com atenção de livre e espontânea vontade, não é mais necessário que lhe gritem. O ruído perturbador pode ser transformado no famoso “homenzinho no ouvido", que pode ser muito útil como conselheiro e admoestador. Os paciente que levam a cabo essa comutação relatam como seus sons servem de instrumento indicador sutil e confiável semelhante a um despertador embutido que os impede de mergulhar novamente na inconsciência. O despertador desperta e sinaliza o que neste momento se está sendo exigido. Caso os afetados ameacem perder seu equilíbrio interno, os sons tornam-se mais altos, eles voltam a internalizar as agressões, tornam-se mais agressivos, etc.
Como voz interna desprezada e mergulhada nas sombras, o tinnitus está em ordem e, assim como o príncipe-sapo dos contos de fadas, pode ser retransformado. A variação redimida dos sons internos é aquela música interna descrita pelos místicos, a música das esferas do universo interior. Várias tradições espirituais dão grande valor à escuta de tais sons, interpretando-a como sinal de progresso no caminho.

Perguntas
1. Como lido com o stress, ou seja, com as exigências e requerimentos de meu entorno, assim como com o excesso de exigências?
2. O que aconteceu quando os sons falaram comigo pela primeira vez?
3. O que é que eu não quero mais ouvir, a quem não quero mais escutar e obedecer?
4. Como anda o equilíbrio, a firmeza, a autonomia e a capacidade de me impor? Estou pisando terreno firme?
5. O que é que os sons internos têm a me dizer? E a minha voz interna? Que papel desempenham a intuição e o insight na minha vida?




Vico Massagista em São José SC  -  (48) 3094-5746  -  Massagem Massoterapia Quiropraxia Acupuntura
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