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sexta-feira, 18 de setembro de 2015

ESTÁ DIFÍCIL EMAGRECER? A DEFICIÊNCIA DE VITAMINA D CONTRIBUI PARA O GANHO DE PESO CONFORME A IDADE DA PESSOA



Uma equipe médica de pesquisa descobriu que uma ingestão adequada de nutrientes é essencial para o funcionamento metabólico. Enquanto a vitamina D tem demonstrado afetar o funcionamento de muitos sistemas do corpo, este estudo demonstrou que a baixa ingestão de vitamina D está associada com o aumento do peso corporal em homens e mulheres. Embora não esteja claro se existe uma relação causal, ou se houver, em que direção, os pesquisadores deram a impressão que deficiências do nutriente podem suprimir as funções das células.
Há também uma forte correlação entre os níveis de vitamina D e a incidência e a intensidade da depressão psicológica. Ela também tem forte ligação causal, visto que os sintomas depressivos podem ser remediados, aumentando os níveis de vitamina D. O equilíbrio do corpo, é claro, tem uma grande influência sobre o bem-estar psicológico e emocional.
Magra como um raio de sol
O estudo analisou cerca de 5000 pessoas com idade entre 25 a 65. Cinco anos após o estudo ser iniciado, os pesquisadores notaram que as pessoas que tinham começado com baixa vitamina D também foram mais propensas, até mesmo pela marca de cinco anos, a ter ganhos de peso mais rapidamente do outras que receberam suas necessidades de vitaminas.

A Dra. Erin LeBlanc é especializada em endocrinologia – o estudo do funcionamento hormonal – do Kaiser Permanente Center for Health Research. Ela indicou que uma deficiência crônica pode causar um aumento constante de peso. Isto pode fornecer a chave para tanto detectar uma deficiência como também para superar dificuldades com o peso.
As participantes do estudo que tiveram uma suplementação de vitamina D estavam na verdade, em média, 3,5 kg mais pesadas ​​no início do estudo, mas ganharam menos peso ao longo do estudo. Ao final do experimento, as mulheres com ingestão insuficiente de vitamina D tinham ganho uma média de quase um quilo a mais por ano.
A suplementação de vitamina D é ao ar livre
Mais de 90% da suplementação de vitamina D do corpo é feita a partir da exposição ao sol, e muito poucas fontes alimentares estão disponíveis. Conforme as pessoas envelhecem, elas muitas vezes levam estilos de vida cada vez mais dentro de casa, e a falta de exposição ao sol pode contribuir para esta comum deficiência. Dos participantes do estudo, 80 por cento não tinham quantidade suficiente de vitamina D no sangue. A Endocrine Society afirma que muitos idosos precisam aumentar a ingestão de vitamina D a fim de se protegerem contra fraturas e fragilidade óssea. Isto é particularmente importante entre as mulheres que já passaram da menopausa. A diminuição dos níveis de estrogênio corresponde a uma diminuição na densidade óssea.

Quanto de Vitamanina D devemos tomar diariamente?

as recomendações atuais de ingestão de vitamina D são muito baixas e que o peso corporal deve ser levado em conta para se determinar a dose adequada para cada indivíduo.
O estudo foi realizado pela The Pure North S’Energy Foundation, uma ONG canadense que utiliza suplementos nutricionais baseados em evidências científicas, para a prevenção de doenças crônicas. Atualmente ela é a maior organização sem fins lucrativos do Canadá, focada na prevenção primária.
Eles estudaram o efeito combinado da suplementação da vitamina D e do peso corporal sobre a vitamina D e o cálcio séricos em uma grande população, com 17.614 adultos saudáveis.  Os participantes relataram a suplementação de vitamina D variando de 0 a 55.000 UI por dia e tinham níveis séricos variando de 4 a 157,6 ng/mL.




Nenhum aumento no risco de hipercalcemia foi observado com o aumento da suplementação de vitamina D. Os autores recomendam que as diretrizes clínicas para a suplementação de vitamina D sejam específicas para o peso normal, sobrepeso e obesos.
Eles concluíram dizendo:
As recomendações nacionais atuais sobre as doses de vitamina D3 são demasiadamente baixas para atingir níveis séricos de 25(OH)D acima de 60 ng/mL. Nossa pesquisa usou valores de doses para atingir níveis  séricos alvos de 25(OH)D de 60 ng/mL, que são mais altos que o nível de ingestão tolerável pela Saúde do Canadá, de 4.000 UI/dia. Isso demonstra que a suplementação de vitamina D3 de pelo menos 15.000 UI/dia não representa um risco aumentado para efeitos adversos.
Nota Notícias Naturais: obviamente se alguém tem a possibilidade de tomar sol diariamente e apresenta um nível razoável de vitamina D (o que é também objeto de discussão), não existe necessidade de suplementar. Mas como muitos estudos demostram que a maioria da população mundial é deficiente desta vitamina, é importante saber quanto é necessário tomar. Uma pena que a Anvisa não permitiu até hoje nenhum registro de vitamina D acima de 300 UI, uma quantidade ridiculamente pequena perto do que é apresentado como seguro no estudo acima.




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