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sábado, 31 de outubro de 2015

TÉCNICA DOS CONES CHINESES PROMETE DIMINUIR CRISES DE RINITE, SINUSITE E DORES NO OUVIDO, ALÉM DA LIMPEZA DO EXCESSO DE CERUME




TÉCNICA DOS CONES CHINESES PROMETE DIMINUIR CRISES DE RINITE, SINUSITE E DORES NO OUVIDO, ALÉM DA LIMPEZA DO EXCESSO DE CERUME

A sessão dos cones chineses, técnica milenar que já foi usada por índios para combater a dor de ouvido e hoje é indicada para eliminar o zumbido, diminuir os sintomas de sinusite, rinite, labirintite ou aumentar o intervalo entre as crises.

Isso é possível porque a queima do cone reduz a quantidade de oxigênio dentro do mesmo, gerando uma pequena pressão capaz de movimentar a cera ou o muco no canal auditivo.

Com isso, o ouvido fica limpo, o que consequentemente beneficia o nariz e a garganta, já que estão todos interligados.

A importância do cerume

Para a otorrinolaringologia, o alívio da dor de ouvido prometido pelos cones está relacionado ao calor. É que, ao promover uma vasodilatação, há melhora na circulação e redução do edema, efeito semelhante ao obtido com a bolsa de água quente ou a toalha aquecida com o ferro de passar roupa.

O cerume protege o ouvido de infecções, bloqueando a entrada de micro-organismos, e o excesso compromete a audição e pode alojar micro-organismos (bactérias e fungos) causadores de inflamação e doenças.

Sessão dura 30 minutos

Originalmente, os cones chineses eram feitos de vários tipos de materiais, como tecido de algodão e folha de bananeira seca, e conhecidos como vela de ouvido, cones de hindu, canudos de ouvido ou de hopi.

Durante a sessão, que dura 30 minutos, a pessoa pode sentir um ligeiro calor, ter a sensação de líquido escorrendo pelo ouvido ou sentir gosto de fumaça na boca. Assim que o cone é retirado, tem-se a impressão de que o som está mais alto e o ouvido mais ventilado e uma nítida sensação de bem-estar.

Isso porque tanto os nervos auditivos quanto o labirinto, que é responsável pelo equilíbrio, foram sensibilizados pelo calor da fumaça oleosa. Não recomenda a terapia para quem perfurou o tímpano, passou por algum tipo de cirurgia ou fez lavagem no ouvido há menos de três meses.

Nessa terapia, uma sessão é suficiente para conter a dor de ouvido e, entre três e sete, sendo uma por semana, para aliviar os sintomas da sinusite, rinite e labirintite. O tempo de tratamento e o número de sessões dependem muito do tipo de problema a ser cuidado e das condições de recuperação da pessoa.


Massagem Terapêutica, Quiropraxia, Acupuntura, Aurículo Terapia, Cones Chineses, Ventosa Terapia,
São José SC Centro - atende Florianópolis, Palhoça, Biguaçu, Santo Amaro Imperatriz e região

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Cloreto de magnésio é bom para enxaquecas, depressão, ansiedade, insônia, dor, memória, hipertensão arterial, e muitos outros mais, demonstrando a impressionante versatilidade deste mineral curativo.





Magnésio

A luz da vida


No centro da molécula de clorofila, presente em todas as plantas, está um mineral essencial para a vida, o magnésio. É ele que captura a luz solar e a transforma em energia num processo conhecido como fotossíntese. É interessante notar que a clorofila é quase idêntica à hemoglobina, uma molécula presente no nosso sangue e responsável pela oxigenação dos tecidos – a diferença entre estas duas moléculas é que o átomo central da hemoglobina é o ferro, e o coração da clorofila é o magnésio.

Nas plantas é o magnésio que vai transformar a luz em alimento. Deste fato depende toda a vida na face da Terra. Se as plantas não tiverem magnésio, elas não são capazes de se nutrir através dos raios solares. Quando o magnésio está deficiente a planta definha, perde o viço e começa a morrer. Nós somos assim também – não poderíamos respirar, mover os músculos ou usar nosso cérebro sem magnésio suficiente em nossas células.

Enzimas e energia

A função principal do magnésio é a ativação enzimática – este mineral está envolvido em mais de 350 reações enzimáticas essenciais à vida, abrangendo todos os aspectos da fisiologia humana. Também tem ação direta na produção de ATP, a molécula de energia do nosso corpo, no funcionamento do músculo cardíaco, na formação de ossos e dentes, no relaxamento de vasos sanguíneos, na função intestinal, e em muitos outros órgãos e tecidos. A ciência moderna e a medicina ignoram o magnésio. 

Cloreto de Magnésio PA - Benefícios - Clínica de Massagem Terapeutica Quiropraxia em São José SC


Milhares de dólares e euros são gastos em pesquisas de ponta para descobrir novos medicamentos, e o que é simples e eficaz é desprezado. Os médicos na sua quase totalidade não prescrevem magnésio e desconhecem o seu real potencial na cura e prevenção de inúmeras doenças e sintomas.

Magnésio no corpo

Aproximadamente 60% do magnésio estão armazenados nos ossos, 26% nos músculos, e os 14% restantes estão distribuídos pelos outros tecidos e fluidos corporais. Há uma alta concentração de magnésio nos órgãos metabolicamente mais ativos, como cérebro, coração, fígado e rins. O magnésio é tão precioso para o corpo que fica quase todo guardado dentro das células, no compartimento intracelular. Somente 1% do nosso magnésio total circula pelo sangue.

Cloreto de Magnésio PA - Benefícios - Clínica de Massagem Terapeutica Quiropraxia em São José SC


Por esta razão quando o médico solicita a dosagem de magnésio no sangue, ele vai ter uma idéia errônea da situação real. Quase sempre o magnésio se encontra dentro dos níveis de referência considerados normais. Se o magnésio presente no sangue estiver baixo, isto significa que a situação está crítica e há uma deficiência crônica e perigosa. Na verdade a deficiência de magnésio deve ser medida pelos sinais e sintomas que o indivíduo apresenta, e as estimativas são de que 80% da população têm carência de magnésio.

Pesquisas


Cloreto de Magnésio PA - Benefícios - Clínica de Massagem Terapeutica Quiropraxia em São José SC

No PubMed, um site que publica pesquisas médicas indexadas, pode-se encontrar alguns milhares de estudos científicos sobre os benefícios de vários compostos de magnésio na saúde humana, abrangendo enxaquecas, depressão, ansiedade, insônia, dor, memória, hipertensão arterial, e muitos outros mais, demonstrando a impressionante versatilidade deste mineral curativo.


Sinais e sintomas

A deficiência de magnésio pode ser detectada a partir de queixas, desconfortos e diversas doenças presentes no indivíduo:


dores musculares
espasmos musculares
fraqueza muscular
dores articulares
artrite
dor lombar
osteoporose
stress
insônia
ansiedade
pânico
depressão
nervosismo
hiperatividade
desordem de atenção
doença cardíaca
trombose
hipertensão arterial
batimentos irregulares
doença hepática
doença renal
cálculos
cistites de repetição
síndrome metabólica
diabetes
hipoglicemia
fadiga crônica
doenças intestinais
constipação (gripes e resfriados)
soluços
asma
pré-eclâmpsia
eclâmpsia
tensão pré-menstrual
infertilidade
cólica menstrual
cárie dental
câimbras
enxaquecas
envelhecimento precoce




Tipos de magnésio

O magnésio é um sal mineral e está presente na natureza sempre associado a outras moléculas orgânicas ou inorgânicas, como minerais e aminoácidos. Alguns exemplos:


cloreto de magnésio
aspartato de magnésio
carbonato de magnésio
sulfato de magnésio
citrato de magnésio
óxido de magnésio
orotato de magnésio
gluconato de magnésio

Por que cloreto de magnésio?

Tanto o magnésio quanto o cloro tem grande importância na manutenção da saúde e vitalidade. O cloro é necessário para a produção de grandes quantidades diárias de suco gástrico, usado para digerir os alimentos que ingerimos, e ativa enzimas responsáveis pela pré-digestão dos amidos. O magnésio, além de tudo o que foi dito acima, também age no rejuvenescimento ao prevenir a calcificação dos nossos vasos, órgãos e tecidos, um processo característico da degeneração corporal ligada ao envelhecimento.

Se optarmos por outros sais de magnésio, o corpo vai despender energia extra para convertê-los em cloreto de magnésio. Para absorver o óxido ou carbonato de magnésio o corpo vai precisar produzir uma quantidade extra de ácido clorídrico. Em indivíduos idosos, especialmente com doenças crônicas ou em uso de medicamentos que controlam a acidez estomacal, a produção de ácido clorídrico é insuficiente, o que dificulta a absorção destes outros sais de magnésio. Neste caso os íons de cloro são absolutamente necessários para permitir a assimilação do magnésio.

Mais benefícios

Além disso, o cloreto de magnésio tem uma ação no combate de infecções, tanto via oral como tópica. Em 1915, um cirurgião francês, Pierre Delbet, descobriu que a aplicação de uma solução de cloreto de magnésio em feridas externas tinha um efeito estimulante na atividade leucocitária e na fagocitose, o que acelerava a cicatrização e prevenia a infecção do ferimento.
Seu interesse foi tão grande que ele começou a pesquisar outros usos e descobriu sua ação imunoestimulante e tonificante geral quando tomado por via oral. Muitos outros pesquisadores, anos depois, chegaram às mesmas conclusões.

Concluindo, o tratamento com cloreto de magnésio visa a suprir deficiências nutricionais sistêmicas, a melhorar o funcionamento de nossas células e do sistema imunológico, além de proteger as células do dano oxidativo.

Os “milagres científicos” da Medicina

Apesar de toda a fortuna investida pelos grandes laboratórios na busca de medicamentos fabulosos e mirabolantes, no século 21 a humanidade continua sendo vitimada por doenças crônicas e degenerativas cuja incidência aumenta cada vez mais. Diabetes, doença cardíaca, câncer, obesidade, doenças neurológicas, depressão, osteoporose – estas pragas modernas explodem e fogem do controle de autoridades médicas, sanitárias e governamentais, e o pior é que eles estão perdidos e confusos sobre fatos básicos ligados à saúde.

A simplicidade do magnésio

Se estes pesquisadores abrissem um pouco os olhos veriam que a base da verdade científica na medicina está no magnésio, pois ele está no centro exato da vida biológica, assim como o ar e a água. 

Simples assim.

Sem o magnésio nosso corpo colapsa, entra em pane, perde a energia, não consegue efetuar reparos aos danos sofridos. O cloreto de magnésio pode ser considerado como uma solução médica milagrosa para a humanidade. Quando os níveis celulares baixos são corrigidos é isso que parece, que um milagre ocorreu. Inúmeras queixas se vão sem nenhum dos remédios modernos, que intoxicam e não cumprem o papel de curar. Na minha clínica diária vejo isso acontecer diariamente.

Coração e magnésio

Durante e logo após um enfarte acontecem alguns eventos, a saber:
- aumento do dano ao coração devido à concentração de íons de cálcio no músculo cardíaco,
- formação de coágulos que podem bloquear os vasos coronários,
- redução do fluxo de sangue porque os vasos sanguíneos entram em espasmo,
- arritmia devido ao dano ocorrido no músculo cardíaco, produzindo contrações defeituosas.


Ação do magnésio:
- dilata os vasos sanguíneos,
- neutraliza a ação do cálcio, prevenindo o vaso espasmo,
- ajuda a dissolver os coágulos,
- reduz dramaticamente o tamanho do dano cardíaco e previne a arritmia,
- age como um antioxidante contra a ação dos radicais livres no local afetado pelo enfarte.

Atenção: quando se usa medicamentos para o coração, principalmente diuréticos para reduzir a pressão arterial, ocorre uma depleção de magnésio, que é eliminado junto com o potássio. O magnésio é essencial para estabilizar a atividade do músculo cardíaco.

Insulina e magnésio

O magnésio é necessário para a produção de insulina pelo pâncreas, e também ajuda na sua função de metabolizar a glicose sanguínea. 

Há uma interação entre o mineral e o hormônio – é a insulina que transporta o magnésio para o interior das células.

Em um estudo feito no Gonda Diabetes Center, na Califórnia, 16 voluntários saudáveis foram colocados numa dieta deficiente em magnésio, e a sua insulina tornou-se menos eficiente em mover a glicose do sangue para as células, onde ela é utilizada como fonte 
de energia ou armazenada para uso futuro.

Por outro lado, quando ocorre a resistência insulínica, primeiro passo no caminho do diabetes tipo 2, ou quando nosso corpo já não produz insulina suficiente, nós não conseguimos estocar o magnésio dentro das células, que é onde ele deve estar, e os rins simplesmente excretam o magnésio circulante no sangue.

Esta relação íntima entre magnésio e insulina determina o status de nossa saúde. Magnésio e insulina precisam um do outro, e nós precisamos dos dois. Níveis baixos de magnésio intracelular e no sangue estão associados com a resistência insulínica, com intolerância à glicose, e com a redução da secreção de insulina pelo pâncreas.

Diabetes, doença cardíaca e magnésio

O magnésio intracelular ajuda a relaxar os músculos, e se nós não conseguimos estocar magnésio, ele vai ser eliminado via urina, o que vai fazer com que os vasos sanguíneos fiquem contraídos, aumentando a pressão arterial e reduzindo o nosso nível de energia. Assim podemos perceber claramente a intima relação entre o diabetes e a doença cardiovascular.

Ansiedade, depressão, stress e magnésio

É cada vez mais comum e mais banalizado o uso de drogas psiquiátricas contra a depressão, ansiedade, stress e outros sintomas mentais, como o pânico, a compulsão alimentar, as dependências de álcool e tabaco, e fobias diversas. Drogas pesadas com inúmeros efeitos colaterais, causadoras de dependência e que não curam o problema. Estes sintomas podem estar ligados a uma deficiência de magnésio.

As pessoas não apresentam depressão ou ansiedade porque o corpo tem deficiência de diazepam ou fluoxetina, ou outros medicamentos semelhantes. Estas drogas não são usadas pelo nosso corpo nos importantes processos metabólicos, ao contrário do magnésio, cuja deficiência pode levar ao aparecimento de sintomas na esfera psicológica.

O magnésio relaxa o sistema nervoso por diversos mecanismos. Além de agir na musculatura contraída, ele também é bloqueador natural de um receptor cerebral chamado NMDA. Este receptor é estimulado pelo cálcio levando a uma hiperexcitação do cérebro, com irritabilidade, ansiedade, depressão e stress. O magnésio age como antagonista, impedindo esta hiperexcitação, ajudando a acalmar o sistema nervoso.

Osteoporose e magnésio

Existem aproximadamente 18 nutrientes essenciais para ossos fortes e saudáveis, incluindo o magnésio. É um grande erro suplementar somente o cálcio quando se quer tratar ou prevenir a redução da densidade óssea. O cálcio domina soberano no tratamento da osteoporose, e os médicos receitam este mineral sem ter a mínima idéia das consequências bioquímicas do desequilíbrio que estão ajudando a causar.

Se houver deficiência de magnésio, este cálcio, em vez de se fixar no osso, vai se depositar em tecidos moles como as juntas, causando artrite, ou nos rins, contribuindo para a formação de cálculos renais, ou ainda nos vasos do coração, levando ao entupimento das coronárias e enfarte. O magnésio tem múltiplas funções no metabolismo ósseo:
- níveis adequados de magnésio são essenciais para a absorção e utilização do cálcio.
- o magnésio estimula a produção de calcitonina, um hormônio que ajuda a preservar a estrutura óssea e retira o cálcio excedente da circulação sanguínea e dos tecidos moles, fixando-o no osso.
- também suprime a ação de outro hormônio ligado ao metabolismo ósseo, o paratormônio, reduzindo a reabsorção óssea.
- o magnésio é necessário para converter a vitamina D inativa na sua forma ativa, o que ajuda a aumentar a absorção de cálcio.
- as reações enzimáticas necessárias para formação de osso novo são magnésio dependentes.

Equilibrando cálcio e magnésio

Pesquisadores finlandeses associaram uma altíssima incidência de casos de enfarte e osteoporose no país a uma dieta em que a proporção entre cálcio e magnésio é de 4 para 1. Isto ocorre também nos Estados Unidos, onde a proporção é de 5 partes de cálcio para 1 parte de magnésio. A conclusão é que a nossa alimentação tem grande ênfase no cálcio sem o cuidado de equilibrar o magnésio. A preocupação com a osteoporose e a suplementação errônea de pílulas de cálcio aumenta ainda mais este desequilíbrio entre os dois minerais.

O correto seria manter a proporção em no máximo 2 partes de cálcio para 1 parte de magnésio. Na dieta do homem paleolítico esta proporção era de 1 para 1. Mesmo uma pequena deficiência de magnésio torna-se um grande fator de risco para o desenvolvimento da osteoporose. Se existe muito cálcio no corpo, especialmente proveniente da suplementação do cálcio, há uma grande redução na absorção do magnésio, o que só piora o quadro da osteoporose. Este cálcio que não se fixa no osso é chamado de cálcio patológico, e vai se depositar nos tecidos moles causando diversas doenças, já citadas acima.

Comendo magnésio

Como melhorar a alimentação para obter mais magnésio? O teor de magnésio de todas as folhas verdes, nozes e sementes, grãos e leguminosas, é dependente da qualidade do solo. Seria muito importante que este solo fosse rico em magnésio, o que não ocorre de modo geral, porque os fertilizantes utilizados são à base de nitrogênio, fósforo e potássio, que fazem a planta crescer muito e parecer saudável, mas a depleção crônica de minerais essenciais no solo empobrece os nossos alimentos. E por isso vivemos num estado carencial crônico, cujas consequências são mais evidentes à medida que envelhecemos.

Suplementando magnésio

Cloreto de Magnésio PA - Benefícios - Clínica de Massagem Terapeutica Quiropraxia em São José SC

Se 80% da população é deficiente em magnésio, está na hora de suplementar o magnésio. E o cloreto de magnésio é uma forma barata, segura e eficaz de se obter ou recuperar a boa saúde. Quem mais precisa deste mineral:

idosos
diabéticos e pré-diabéticos
pessoas em dietas restritivas
uso crônico de bebidas alcoólicas
usuários de medicamentos para o coração
usuários de antiácidos
praticantes de atividade física intensa
hipertensos
portadores de osteoporose
portadores de doenças cardíacas
indivíduos com grande stress mental


Quanto magnésio tomar?
O cloreto de magnésio em pó deve ser diluído em água filtrada ou mineral. Para 1 litro de água coloque 2 colheres de sopa rasas, o equivalente a 30 gramas de cloreto de magnésio. Misture até dissolver e guarde na geladeira. A dose básica a ser tomada é 50 ml (1 xícara pequena de café) 1 a 2 vezes por dia. Para o tratamento de deficiências mais sérias esta dose pode ser aumentada para 3 a 4 vezes por dia. Se houver qualquer reação adversa, como diarreia, 
náusea ou sonolência, reduza a dose.



Cloreto de Magnésio PA - Benefícios - Clínica de Massagem Terapeutica Quiropraxia em São José SC



Para a limpeza de feridas a proporção é de 1 colher de sopa rasa em 1 litro de água filtrada ou fervida. Além do efeito bactericida, esta solução de cloreto de magnésio estimula a imunidade local, o que ajuda a acelerar a cicatrização.

Referência:
Para maiores informações consulte o link http://drsircus.com/medicine/magnesium

domingo, 25 de outubro de 2015

Você sabia? O colecalciferol chamado habitualmente de vitamina D, na verdade não é uma vitamina e sim um hormônio







Vitamina D - Hormônio Colecalciferol

Hormônio Colecalciferol ( Vitamina D) e seu uso no tratamento de doenças auto-imunes

A vitamina D é um hormônio?

O colecalciferol chamado habitualmente de vitamina D, na verdade não é uma vitamina e sim um hormônio. A grande diferença é que, conseguimos adquirir a maioria das vitaminas através de uma alimentação balanceada, já os hormônios não, nosso organismo tem que produzi-los.

Por que se chama vitamina D?

A molécula de colecalciferol (vitamina D) foi descoberta há mais de 1 século , primeiro nos alimentos e acreditou que se tratava de uma vitamina ganhando este nome que ficou consagrado pelo uso, porém hoje sabemos que a quantidade que há na alimentação não supri nossas necessidades e que devemos tomar sol (sem protetor solar) para produzirmos este hormônio, caso contrário ficamos com uma deficiência hormonal que pode levar a diversas doenças graves.

Como produzimos este hormônio?

Nosso corpo tem alguns órgãos mais especializados em produzir hormônios como por exemplo a tireóide, ovários, testículos... Já o órgão responsável pela produção da vitamina D é a pele, e esta produção é estimulada pelos raios ultravioleta B (UVB) do sol,porém isso não ocorre se estivermos com protetor solar, roupa ou através de vidros.

Por que estamos com deficiência deste hormônio?

Inúmeros trabalhos científicos demonstram que hoje há no mundo mais de 1 bilhão de pessoas com deficiência deste hormônio incluindo gestantes, crianças e idosos. Isso ocorre simplesmente porque a maioria das pessoas não se expõem sob o sol ou quando o fazem utilizam roupas e protetores solar no corpo todo.]

Quais as consequências da falta deste hormônio?

Já está comprovado que a falta dele está relacionado com diversas doenças como fadiga crônica, depressão, dores óssea e musculares, osteoporose , raquitismo, osteomalácia, défict de crescimento em crianças, baixa imunidade, doenças cardíacas, hipertensão, obesidade, diabetes mellitus tipo 2 e tipo 1, doenças respiratórias, alergias, eczemas, doenças auto- imunes como esclerose múltipla, lúpus, artrite reumatóide, sarcoidose, psoríase, tireoidite e diversos cânceres como de mama, próstata, cólon , agravamento do autismo, alteração de raciocínio , memória entre outros.

Mas como a deficiência deste hormônio pode afetar tantos órgãos e sistemas ?

Façamos uma analogia com a falta do hormônio da tireóide (hipotireoidismo) se as crianças não são tratadas desde o nascimento desenvolvem retardo mental irreversível, e as pessoas que adquirem esta doença na fase adulta ficam lentificadas, inchadas, hipertensas, com alteração do colesterol, queda de cabelo, sobrancelha, unhas fracas , fadiga e dores musculares, baixa frequência cardíaca e em casos graves pode levar a demência e coma, entre inúmeros outros sintomas, ou seja nosso corpo inteiro sofre, pois este hormônio, da mesma forma que a vitamina D, tem ação em todas as células do nosso corpo regulando genes do DNA.

Como funciona este hormonio?

O colecalciferol (vitamina D) que produzimos na pele pelo estímulo dos raios do sol UVB sem protetor solar, é distribuído pelo sangue para todas as células do corpo e após algumas mudanças bioquímicas se transforma na forma ativa que irá se ligar a um receptor específico que vai agir no DNA ligando e desligando genes (se relaciona direta ou indiretamente com a expressão de mais de 2 mil genes), regulando assim o funcionamento de nosso organismo, evitando os sintomas e doenças citadas acima. Por isso, da mesma forma que fazemos exames de sangue de rotina para checar nossos níveis de hormônios da tireóide, ovarianos, testosterona entre outros, devemos mais do que nunca incluirmos a dosagem da 25 oh vitamina D sanguínea sendo que o funcionamento harmônico de todos eles previne doenças, o envelhecimento, além de nos ajudar a ter disposição e bem estar.

Como saber se estou com deficiência de vitamina D?

Basta dosar no exame de sangue a 25 oh vitamina D e saiba que o ideal para prevenir as doenças e sintomas citados é mantê-la acima de 40ng\ml. Se estiver abaixo disso você terá mais chances de desencadear uma das doenças acima. E lembre-se que as gestantes, crianças idosos, obesos e negros são mais vulneráveis a ter deficiência.

Quanto de sol devo tomar para produzir a vitamina D?

Se você for uma pessoa magra de pele clara deve tomar de 15 a 20 minutos por dia de sol expondo grande parte de seu corpo como pernas , braços, abdome e costas. Se tiver necessidade passe protetor apenas na face e regiões com manchas. O melhor sol é no período das 9 as 15 horas pois o sol da manhãzinha o do final da tarde os raios estão muito fracos e não tem a intensidade necessária para estimular a produção. Porém se for negro , obeso ou idoso há necessidade de se expor por mais tempo e em alguns casos fazer uma suplementação via oral . Quem realmente tem contra-indicação e é obrigado a fazer uso constante de protetor deve fazer a reposição de vitamina D via oral continuamente.

Como é feito o tratamento de doenças auto-imunes com vitamina D?

Venho nos últimos anos trabalhando em conjunto com o Prof. Dr. Cícero Galli Coimbra neurologista pesquisador que desenvolveu um protocolo de tratamento para doenças auto-imunes como esclerose múltipla , psoríase, pênfigo bolhoso, artrite reumatóide, lupus, sdsjogren, doença de Crohn, esclerodermia, sarcoidose, vasculite etc e nestes casos quando o sistema imune já esta desregulado usamos “altas doses” deste hormônio com melhora e controle de praticamente todas elas sem os efeitos colaterais dos imunossupressores.

Porém nestas doses os pacientes devem seguir algumas orientações rígidas de controle de ingesta de cálcio alimentar e fazer exames de rotina para avaliarmos seu nível, a fim de evitar complicações. O tratamento é seguro, barato e geralmente o paciente precisa passar duas vezes no primeiro ano e depois seguir com 1 consulta por ano.

Por que ainda há tanta controvérsia em relação à vitamina D?

Como a vitamina D é um hormônio que produzimos e não pode ser patenteada não há interesse econômico em se divulgar sua importância. Há um excesso de equívocos na formação médica levando a grande maioria dos profissionais desconhecerem que se trata de um hormônio ( inclusive por se chamar vitamina) e acabam não dando a importância merecida. Temos trabalhado muito para divulgar sua importância e contamos com toda a população para nos ajudar.


Massoterapia Clínica e Quiropraxia - São José (SC) - Centro

A importância da Vitamina D para a saúde: tratamento e prevenção da Osteoporose, Absorção do Cálcio, Fraqueza muscular, Menopausa

A vitamina D é hoje tida como de extrema importância para o tratamento de muitas doenças, sendo a principal delas a osteoporose. A perda da densidade óssea é comum em detrimento do avançar da idade, principalmente na mulher após a menopausa, e muitos estudos hoje regem o tratamento da osteoporose como sendo multidisciplinar.

Os medicamentos mais utilizados para o tratamento e até mesmo para a prevenção da piora da osteoporose são os alendronatos, que fazem com que o cálcio da dieta seja absorvido de forma mais adequada pelo osso, evitando assim uma perda mais acentuada com a progressão da doença. Aliado a ele, o uso da vitamina D também ajuda muito nesta função, e a seguir fazemos algumas considerações importantes.


1. Como a vitamina D funciona no nosso organismo para prevenir doenças?
A vitamina D é essencial para a absorção de cálcio pelo intestino. A sua deficiência crônica pode reduzir o teor de cálcio no sangue e desencadear um aumento compensatório do PTH (hormônio paratireoidiano). Isso pode levar ao aumento da função da paratireoide, causando o que se denomina hiperparatireoidismo secundário. Essa alteração hormonal vai fazer com que o organismo tire o cálcio dos ossos para colocá-lo na corrente sanguínea, e vai causar a perda de densidade óssea no futuro. A deficiência crônica de vitamina D também causa fraqueza muscular, o que junto com a perda óssea pode causar quedas e fraturas

2. Qual a dose diária recomendada de vitamina D?
Para a maioria dos pacientes o consumo diário recomendado por consensos médico é de 600UI a 800UI, mas quando o paciente tem deficiências crônicas conhecidas (como por exemplo quando apresentam índices de 25-OH vitamina D menores de 20ng/ml) os valores devem ser maiores do que estes (algumas vezes acima de 1000 UI por dia). Como suplementação alimentar não se recomenda ultrapassar a dose de 4.000 UI ao dia, por tempo crônico. Doses acima dessas somente devem ser consideradas quando o tratamento envolve a associação medicamentosa com outros produtos (vide abaixo) - estudos recentes já demonstraram segurança no uso de doses altas (acima de 100.000 UI a cada 4 meses por 5 anos não se mostraram inseguras).

3. Quais medicamentos estão disponíveis no mercado com essas doses recomendadas?
A vitamina D3 (colecalciferol) está disponível em associações com cálcio, na dose de 400UI ou 500UI por comprimido, ou em produtos isolados, na dose de 1000UI por comprimido. Também existe associação medicamentosa da vitamina D3 com alendronatos, em comprimidos que normalmente apresentam 70mg deste composto com 5600 UI de vitamina D3.

Fonte: Holick MF. Vitamin D deficiency. NEJM 2007, 357: 266-81 / Bischoff HA et al. Effects of vitamin D and calcium supplementation on falls: a randomized controlled trial. J Bone Miner Res 2003;18:: 343-351

sábado, 24 de outubro de 2015

Cone Chinês - Terapia Natural - o que é dor nos seios paranasais




Cone Chines, Cone Hindu, Canudo de Ouvido, Vela Hopi - São José SC, Florianopolis, Palhoça, Biguaçu


O QUE É A DOR NOS SEIOS PARANASAIS?

A dor nos seios paranasais combina os sintomas comuns de uma gripe ou resfriado (constipação), como o congestionamento ou corrimento nasais, a garganta inflamada e tosse, com dores e sensibilidade no rosto.

Conhecendo os seios paranasais

Os seios paranasais são quatro pares de cavidades cheias de ar na sua cabeçaSituam-se atrás da testa, dentro de cada maçã do rosto, em ambos os lados da ponta do nariz e atrás dos olhos.  Cada seio está ligado ao nariz e à passagem nasal.   O seu papel é assegurar que o ar que entra pelo nariz possui a temperatura e o conteúdo hídrico corretos antes de entrar nos pulmões.  Os seios paranasais também produzem muco que desliza pelo nariz.
Infelizmente, quando se está gripado, resfriado ou com alergia (constipado), as passagens nasais inflamadas causam congestão nasal. Isto faz com que o ar tenha dificuldade em sair dos seios paranasais, colocando pressão nas paredes dos mesmos. Isto pode resultar em dores latejantes que se agravam quando se mexe a cabeça, em dores de dentes ou em dores no maxilar ao comer.

Combatendo à dor sinusal

Para aliviar a congestão dos seios paranasais, há algumas coisas que podemos fazer:
  • Ingerir bastantes líquidos para ajudar a expulsar o muco dos seios nasais.
  • Aplicar uma toalha quente e úmida sobre o rosto várias vezes ao dia.
  • Usar a inalação de vapor duas a quatro vezes por dia - por exemplo, inalar vapor de uma panela de água quente, colocar uma toalha na cabeça para manter o vapor à sua volta.
  • Evitar locais secos e usar um umidificador para manter o ar úmido
  • Utilizar um spray salino várias vezes ao dia, uma vez que ajuda a expelir o muco espesso, desobstruindo os seios paranasais.
  • Evitar algo que possa irritar o nariz, como cigarros, produtos químicos ou perfumes fortes.
  • Para manter a dor no mínimo, evitar alteração abrupta de temperatura ou inclinar a cabeça para baixo.


A medicação também pode ajudar. Os analgésicos, como o paracetamol ou o ibuprofeno, podem aliviar a dor nos seios paranasais e, consequentemente, ajudar a aliviar qualquer sensibilidade no rosto. Os descongestionantes podem aliviar um nariz entupido e estão disponíveis em várias formas, como gotas ou spray. Alguns produtos disponíveis combinam analgésicos com descongestionantes para atacar a dor nos seios paranasais em ambas as frentes. Como com todas as medicações, é importante apenas usá-las segundo as recomendações. Assim, leia sempre  a bula

Quando consultar o seu médico

Na maioria das pessoas, a dor sinusal desaparece quando a gripe, resfriado ou alergia (constipação) termina. Mas, por vezes, as bactérias podem entrar nos seios paranasais e causar uma infeção chamada sinusite. Se os sintomas de constipação e a dor nos seios paranasais se mantiver durante 10 dias ou mais, ou se os sintomas se agravarem no período de 10 dias após a constipação melhorar, é importante que consulte um médico.
O importante é não se preocupar. Embora a dor sinusal seja desconfortável, pode ser apenas um sintoma normal da constipação e pode ser facilmente controlada.

Cone Chinês - Terapia Natural - Dor nos seios paranasais - O que é?
Cone Chinês - Terapia Natural - Dor nos seios paranasais - O que é?


Cone Chinês - Terapia Natural - Dor nos seios paranasais - O que é?


Cone Chines, Cone Hindu, Canudo de Ouvido, Vela Hopi - São José SC, Florianopolis, Palhoça, Biguaçu

O QUE É A DOR NOS SEIOS PARANASAIS?

A dor nos seios paranasais combina os sintomas comuns de uma gripe ou resfriado (constipação), como o congestionamento ou corrimento nasais, a garganta inflamada e tosse, com dores e sensibilidade no rosto.

Conhecendo os seios paranasais

Os seios paranasais são quatro pares de cavidades cheias de ar na sua cabeçaSituam-se atrás da testa, dentro de cada maçã do rosto, em ambos os lados da ponta do nariz e atrás dos olhos.  Cada seio está ligado ao nariz e à passagem nasal.   O seu papel é assegurar que o ar que entra pelo nariz possui a temperatura e o conteúdo hídrico corretos antes de entrar nos pulmões.  Os seios paranasais também produzem muco que desliza pelo nariz.
Infelizmente, quando se está gripado, resfriado ou com alergia (constipado), as passagens nasais inflamadas causam congestão nasal. Isto faz com que o ar tenha dificuldade em sair dos seios paranasais, colocando pressão nas paredes dos mesmos. Isto pode resultar em dores latejantes que se agravam quando se mexe a cabeça, em dores de dentes ou em dores no maxilar ao comer.

Combatendo à dor sinusal

Para aliviar a congestão dos seios paranasais, há algumas coisas que podemos fazer:
  • Ingerir bastantes líquidos para ajudar a expulsar o muco dos seios nasais.
  • Aplicar uma toalha quente e úmida sobre o rosto várias vezes ao dia.
  • Usar a inalação de vapor duas a quatro vezes por dia - por exemplo, inalar vapor de uma panela de água quente, colocar uma toalha na cabeça para manter o vapor à sua volta.
  • Evitar locais secos e usar um umidificador para manter o ar úmido
  • Utilizar um spray salino várias vezes ao dia, uma vez que ajuda a expelir o muco espesso, desobstruindo os seios paranasais.
  • Evitar algo que possa irritar o nariz, como cigarros, produtos químicos ou perfumes fortes.
  • Para manter a dor no mínimo, evitar alteração abrupta de temperatura ou inclinar a cabeça para baixo.


A medicação também pode ajudar. Os analgésicos, como o paracetamol ou o ibuprofeno, podem aliviar a dor nos seios paranasais e, consequentemente, ajudar a aliviar qualquer sensibilidade no rosto. Os descongestionantes podem aliviar um nariz entupido e estão disponíveis em várias formas, como gotas ou spray. Alguns produtos disponíveis combinam analgésicos com descongestionantes para atacar a dor nos seios paranasais em ambas as frentes. Como com todas as medicações, é importante apenas usá-las segundo as recomendações. Assim, leia sempre  a bula

Quando consultar o seu médico

Na maioria das pessoas, a dor sinusal desaparece quando a gripe, resfriado ou alergia (constipação) termina. Mas, por vezes, as bactérias podem entrar nos seios paranasais e causar uma infeção chamada sinusite. Se os sintomas de constipação e a dor nos seios paranasais se mantiver durante 10 dias ou mais, ou se os sintomas se agravarem no período de 10 dias após a constipação melhorar, é importante que consulte um médico.
O importante é não se preocupar. Embora a dor sinusal seja desconfortável, pode ser apenas um sintoma normal da constipação e pode ser facilmente controlada.

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Clínica de Quiropraxia e Massagem Terapêutica em São José (SC) - Atendendo também Florianópolis, Palhoça, Biguaçu, Santo Amaro da Imperatriz




Preço: R$ 60,00 a sessão

QUIROPRAXIA E MASSAGEM TERAPÊUTICA: para dor na coluna, hérnia de disco, nervo ciático, torcicolo, ombro, pescoço, bico de papagaio (osteófitos), lesões e contusões, etc...

DESCRIÇÃO:

1) PÚBLICOS ATENDIDOS: Mulheres ( gestantes), Homens, Crianças, Jovens e Idosos

2) SAIBA MAIS SOBRE A CLÍNICA:
Vico Lamanna Massagista e Quiropraxia, profissional com mais de 18 anos de experiência na rápida recuperação e alívio da dor. Tratamento de dores na coluna, Hérnia, ciático, compressão nervosa, musculares, articulares, lombares, torcicolo, pescoço, ombro, desvio de coluna, tendinite, e diversas outras dores e desconfortos físicos.

3) CLÍNICA DE MASSAGEM TERAPÊUTICA E QUIROPRAXIA EM SÃO JOSÉ (SC) - Massoterapia Clínica


4) ENDEREÇO:
Rua Arnaldo Bonchewitz, 29 - centro - próximo à Moto Panther - São José (SC) - CEP 88103-215
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5) TELEFONES:
(48) 3094-5746 (fixo)
(48) 8468-7452 (Oi)
(48) 9678-7802 (Tim)

WhatsApp = (48) 8468-7452
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6) HORÁRIO DE ATENDIMENTO:
Segunda a Sexta:........ das 08:00 hrs às 20:00 hrs......(Agendar horário antecipadamente)
Sábados.......................das 08:00 hrs às 17:00 hrs..... (Agendar horário antecipadamente)

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7) MODALIDADES:
Quiropraxia, Massagem Terapêutica, Desportiva, Relaxante, Medicinal e Recuperadora
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8) TECNICAS:
Reflexologia, Shiatsu, Do-In, Seitai, Tuiná ,Ventosa, Cone Chines ou Hindu,e Reiki
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9) TRATAMENTO E TERAPIA PARA:
- Rápida recuperação e alívio da dor
- Dor na Coluna
- Hérnia de disco
- Nervo ciático
- Torcicolo
- Dores lombares, nas costas, no pescoço, nos ombros, musculares e nas articulações
- Desvio de coluna e vértebras fora do lugar
- Fibromialgia e dores pelo corpo
- Compressão nervosa
- Tendinite
- Bursite
- Túnel do Carpo (inflamação tendões do pulso)
- Pulso aberto
- Dormências e inchaços
- Luxação e torção de tornozelo, cotovelo, pulso
- Demais desconfortos físicos

10) REGIÃO ATENDIDA PELA CLÍNICA:
sao jose sc, floripa, florianopolis, palhoça, biguaçu, antonio carlos sc, santo amaro da imperatriz sc, são pedro de alcantara sc, são joão batista sc, canelinha sc, tijucas sc, paulo lopes sc, Garopaba, aguas mornas sc,

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

De forma consciente ou não, quem procura acha! Enquanto alguns encontram problemas, outros descobrem soluções.




Quem procura acha!


De forma consciente ou não, quem procura acha!
Enquanto alguns encontram problemas, outros descobrem soluções.

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De forma consciente ou não, quem procura acha!
Enquanto alguns encontram problemas, outros descobrem soluções.


O que você tem encontrado em sua vida?

Existem pessoas que prezam muito por sua saúde, estão sempre atualizadas sobre os sintomas e tratamentos de diversas doenças. Mas, apesar da tentativa de se protegerem, essas pessoas são as que ficam doentes com maior facilidade. Há mulheres que desejam intensamente encontrar um homem maravilhoso, procuram realizar o sonho de viver um grande amor. Porém, quando essas mulheres acreditam que homem não presta, encontram um parceiro problemático, e acabam por vivenciar um relacionamento desgastante. O ponto em comum entre esses dois tipos de pessoas é a crença no negativo, a crença na possibilidade de ocorrer situações que trazem dor e sofrimento.

Certamente ninguém deseja encontrar problemas, mas crenças negativas inconscientes resultam na concretização de adversidades em nossa vida. Para realizar nossos melhores desejos não basta querer!


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O primeiro passo é acreditar que nossos desejos podem realmente ser materializados. Essa colocação parece óbvia, mas não é tão simples assim. Desejo e crença são coisas diferentes; eu só acredito que consigo realizar meus desejos, quando minha autoestima está fortalecida. Precisamos confiar em nossa competência para conseguir realizar nossos intuitos. Devemos também acreditar que temos merecimento para receber o melhor da vida. É comum escutarmos pessoas afirmando que a vida é dura e injusta, ou seja, ruim. Aqueles que não confiam na própria capacidade, e alimentam uma crença negativa sobre a vida, não irão conseguir efetivar seus sonhos.

O segundo passo é pedir a Deus, para que ele lhe ajude a realizar seus objetivos. Faça orações pedindo sinais, dicas sobre qual é a melhor direção a seguir. Solicite em suas preces que essas instruções venham de maneira fácil e clara. Por exemplo, através de um livro que você será intuído a ler, de um filme que você assista, ou de um amigo que lhe ofereça um conselho. Peça e fique atento para captar e seguir as orientações enviadas.

O terceiro passo é agir, exercer ações que viabilizem a conquista de seus desejos. Não adianta querer um novo emprego e ficar de braços cruzados, apenas rezando sem distribuir seu curriculum no mercado de trabalho. Deus age através de você; é preciso que você faça a sua parte! As ações que você irá realizar devem estar sempre alinhadas com seus propósitos. Se o seu desejo é arrumar um emprego, invista em um curso de aprimoramento profissional, passe a fazer parte de grupos relacionados à sua área de interesse, tanto nas redes sociais, como de forma presencial.



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O quarto passo é controlar a ansiedade, queremos que nossos desejos sejam realizados com rapidez. No entanto, todo movimento ocorre através de um processo e isso demanda tempo. Conserve o otimismo e a dedicação na busca da realização de seus desejos. Essa etapa funciona como um teste de fé; se você mantiver a boa vontade e o foco, certamente colherá bons resultados. O desejo precisa percorrer um caminho, sair do plano mental para se manifestar no plano material. Sabemos que na terceira dimensão, as coisas demoram mais para acontecer, situação que não ocorre no plano espiritual, onde tudo acontece de forma instantânea. Como ainda não sabemos controlar nossos pensamentos negativos com precisão, essa característica da dimensão física é uma verdadeira benção em nossa vida. Vivencie essa fase com tranquilidade e firmeza para realizar suas metas.

Suas crenças e seu posicionamento de vida determinam o encontro de problemas ou soluções em sua vida.
Quem procura acha!
Acesse o conteúdo completo em: http://www.stum.com.br/clube/c.asp?id=45056
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terça-feira, 20 de outubro de 2015

Horário de Verão Altera Ciclos Biológicos e traz muitos problemas






Fuso de 1 hora imposto à população agride relógio biológico

Horário de Verão Altera Ciclos Biológicos

 

Conheça o problema para melhor contorná-lo

Eu gosto do fato que os dias escurecem mais tarde no verão, e mais tarde ainda quando adiantamos os relógios em uma hora por força da Lei do assim chamado horário de verão. Tudo parece mais alegre, o dia parece render mais. Você também não acha?

Porém esse adiantamento súbito dos relógios em 1 hora pode aumentar nossa carga de stress, diminuir nosso sono e prejudicar nossa saúde.

Ao mesmo tempo, estudos mostram que o alegado benefício de economia de energia não acontece por conta do horário de verão. 
Análise publicada no The New England Journal of Medicine (Vol 359, págs.1966 a1968) já demonstrou o aumento de 5% (um aumento imenso), nos ataques cardíacos (infartos do miocárdio) na população como um todo, na primeira semana do horário de verão. Quanto se gasta de dinheiro público com os tratamentos, afastamentos e aposentadorias provocadas por esse aumento?
Implantar um fuso horário de 1 hora em toda população é uma agressão ao relógio biológico. Os ritmos e ciclos biológicos, principalmente o sono e a alimentação, determinam em grande parte nossa saúde e bem-estar. A maioria de nós, por força dos estudos e/ou trabalho, já é obrigada a empurrar os limites desses ritmos ao extremo, indo de regra dormir mais tarde e acordando mais cedo do que seria seguro e recomendável. Com o horário de verão, o indivíduo que normalmente acorda às 06:30 da manhã passa a acordar às 05:30 – sim, pois embora o relógio mecânico marque 06:30, o relógio biológico marca 05:30. O sono foi cortado em 1 hora. Justamente aquela última hora em que o sono é mais gostoso e rico em sonhos memoráveis para a maioria de nós. Acordamos mais cansados, porém o trabalho e a escola não perdoam. Aumenta o stress, aumenta a sonolência durante o dia, aumenta a probabilidade de acidentes causados pela sonolência, diminui a produtividade, altera-se o humor. Aumenta o número de crises de enxaqueca e outras doenças cujas exacerbações podem ocorrer mediante saídas da rotina.
Quanto custa tudo isso aos cofres públicos e aos nossos próprios bolsos?
Sim, é verdade que existe um processo de aclimatização após cerca de 1 semana, quando a maioria de nós (mas não todos), idealmente, consegue se adaptar ao fuso horário. Mas o custo dessa 1 semana pode ser imenso, em termos populacionais. E como é possível medi-lo, se não se consegue nem mesmo comprovar algo tão objetivo quanto a economia de energia elétrica no país? Tudo o que se alega e divulga no tocante à economia de energia são estimativas, sem real comprovação científica

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Precisamos mesmo de 8 horas de sono por noite? Mito ou verdade?


Quantas vezes você já ouviu que, para levar uma vida saudável, precisa de pelo menos oito horas de sono ininterrupto? A ideia parece sensata, mas carece de base científica. “A necessidade de sono varia conforme o indivíduo e pode estar entre 12 horas para algumas crianças e seis horas para adultos mais velhos”, aponta o professor de psicologia Leon Lack, da Universidade de Flinders (Austrália).
Em artigo recente publicado no site Medical Xpress, Lack destrinchou mitos envolvendo o sono (além daquele das 8 horas diárias “mínimas”). Para começar, diz, o sono normal não é um “longo e profundo vale de inconsciência”. “O período de sono é formado por ciclos de 90 minutos”, explica. “Acordar entre estes ciclos é normal e se torna mais comum conforme envelhecemos”.

A siesta

Se você sente sono no início da tarde, não pense que é porque comeu demais: faz parte do ritmo natural do nosso corpo. Por causa dos chamados ritmos circadianos, que controlam nosso relógio biológico, produção hormonal, temperatura corporal e funções digestivas ao longo do dia, é normal que nossa atenção diminua no período pós-almoço.
Antes da Primeira Revolução Industrial, quando o ritmo de trabalho passou a exigir que os operários passassem oito horas seguidas em atividade, a “siesta” (aquele cochilo no início da tarde) era um padrão de sono dominante, conta Lack. “Ainda é comum em comunidades rurais ao redor do mundo, não apenas em culturas do Mediterrâneo ou da América Latina”.

Sono bifásico

O sono bifásico, outra rotina, que pode soar meio estranha hoje em dia, também era comum antes da Primeira Revolução Industrial. “Esse padrão consiste em um sono inicial de aproximadamente 4h30 (três ciclos de sono de 90 minutos cada) seguido por duas horas acordado e um segundo período de sono de 3h (outros dois ciclos)”, explica.
Durante o inverno, habitantes da Europa Setentrional (ao norte do continente) passariam 9 ou 10 horas na cama, seguidas por 2 ou 3 horas de vigília, que poderiam ser contínuas ou divididas.

Sem medo de acordar

O mito do sono ininterrupto, tão forte nos dias de hoje, pode gerar preocupação entre pessoas que acordam no meio da noite e, assim, realmente causar insônia.
Na verdade, destaca Lack, “humanos podem dormir em diferentes horários e demonstrar pouca diferença em sua competência ao acordar”. Ele menciona pesquisas em que os participantes passaram por rotinas diversas: 20 minutos de sono a cada hora; 1 hora de sono a cada 3; ou 10 horas de sono a cada 28. Quando se acostumaram, os participantes não tiveram dificuldade em seguir essas estranhas rotinas.
“O sono de melhor qualidade é obtido na fase baixa de nosso ciclo circadiano – quando a temperatura do corpo e os índices metabólicos estão em seu nível mínimo”, aponta o autor. Para a maior parte das pessoas, isso ocorre tarde da noite – mas há casos e casos.
“Não há dúvida de que o mito das 8 horas de sono sólido é uma imposição cultural recente”. Portanto, se você acorda no meio da noite, nada de “perder o sono”. É normal![Medical Xpress]

Não consigo pegar no sono e quero dormir. O que fazer?


Dormir é tão necessário quanto comer e respirar para sobreviver. E o que depois do almoço parece a tarefa mais fácil do mundo, de noite pode encontrar alguns obstáculos. Para você que tem esse problema e não consegue dormir logo que encosta a cabeça no travesseiro, aqui vão algumas dicas preciosas de como pegar no sono!

1. Faça exercícios mentais

Um dos sintomas mais comuns de quem não consegue dormir é ficar rolando na cama de uma lado para o outro e pensando porque raios são 3 da manhã e eu continuo aqui acordado. Mas, ao invés de deixar seu cérebro ir para todos os tipos estranhos de lugares, você pode se concentrar e fazer alguns exercícios mentais.
Algo como matemática mental – você pode contar a sequência de Fibonacci, contar de 100 a zero ou, uma técnica mais arcaica, contar carneirinhos. O sono não só bate, como leva você em um instante.

2. Tente técnicas de relaxamento

Algumas vezes, quando a gente fica com uma inquietação muito grande, aquela ansiedade chata, é possível que a atividade de fazer contas de cabeça não ajude muito. Então é hora de tentar algumas técnicas de relaxamento. A Clínica de Distúrbios do Sono da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, tem algumas sugestões para compartilhar:
1. Deite de costas;
2. Relaxe o seu corpo lentamente;
3. Inspire ar pelo nariz enchendo lentamente;
4. Então segure o ar por 1 ou 2 segundos;
5. E depois solte o ar lentamente;
6. Espere alguns segundos e repita o ciclo;
7. Se você perceber que está com um pouco de tontura, diminua o ritmo;
8. Você também pode se imaginar em uma situação calma e tranquila, como uma praia paradisíaca e tranquila;
9. Você pode continuar a respirar nesse ritmo pelo tempo que quiser até pegar no sono.
Se não funcionar, você pode tentar uma outra técnica: comprimir os dedos do pé. Apenas enrole os dedos do pé, segure-os por alguns segundos e então solte.

3. Esquente os pés

Se você já tentou tudo isso e nada funcionou, o melhor talvez seja levantar da cama e colocar algumas meias. Parece loucura, mas tem uma explicação bastante convincente.
Quando você está prestes a dormir, seu corpo redireciona o fluxo sanguíneo para suas mãos e pés. E quando essas extremidades estão quentes, o fluxo sanguíneo aumenta e fica mais fácil adormecer. Então, qualquer coisa que você faça para aquecer suas mãos e pés podem ajudar a pegar no sono um pouco mais fácil.

4. Leia alguma coisa chata

Pode ser um livro que você não goste, mas o melhor nessa situação é apelar para bula de remédio, manual de geladeira, instruções de uso de algum equipamento e por aí vai. Pense em todas as coisas que você nunca teve vontade de ler. Elas serão muito úteis agora. Digo “apelar” porque se você não escolher a leitura com cuidado, pode acabar se interessando e aí é que não vai pegar no sono mesmo.

5. Não desista!

A menos que você consiga dormir de pé, ficar andando pela casa só vai servir para deixar você acordado por mais tempo. Então, faça o que fizer, não saia da cama. Afinal de contas, se você entendeu 100% deste texto até agora é porque você é brasileiro, e não desiste nunca. [Revista Saúde]
Boa sorte!