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terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Alongamento previne lesões, distensões musculares, relaxa o corpo, libera movimentos e ajuda na recuperação apos atividade física


Alongamento previne lesões, distensões musculares, relaxa o corpo, libera movimentos e ajuda na recuperação apos atividade física

- Redução de tensões musculares e sensação de um corpo mais relaxado.
- Beneficia a coordenação pois tornam os movimentos mais soltos e fáceis.
- Previne lesões como distensões musculares (um músculo forte e alongado resiste melhor as tensões do que um músculo forte não alongado).
- Facilita atividades de desgaste como caminhada, corrida, ciclismo, natação, tênis, etc.
- Desenvolve a consciência corporal. Conforme alonga as várias partes de seu corpo, você as focaliza e entra em contato com as mesmas. Você aprende a conhecer-se.
- Ajuda a liberar os movimentos bloqueados por tensões emocionais, de modo que isto aconteça de foram espontânea.
- Auxilia na recuperação muscular após uma atividade física.
- Melhora o nível de elasticidade das fibras musculares evitando ou revertendo o encurtamento muscular.
- Ativa a circulação.
Alongamento previne lesões, distensões musculares, relaxa o corpo, libera movimentos e ajuda na recuperação apos atividade físicaAlongamento previne lesões, distensões musculares, relaxa o corpo, libera movimentos e ajuda na recuperação apos atividade física
Alongamento de glúteosGlúteos e paravertebrais
Alongamento previne lesões, distensões musculares, relaxa o corpo, libera movimentos e ajuda na recuperação apos atividade físicaAlongamento previne lesões, distensões musculares, relaxa o corpo, libera movimentos e ajuda na recuperação apos atividade física
Piriforme deitado Piriforme sentado
Alongamento previne lesões, distensões musculares, relaxa o corpo, libera movimentos e ajuda na recuperação apos atividade físicaAlongamento previne lesões, distensões musculares, relaxa o corpo, libera movimentos e ajuda na recuperação apos atividade física
Quadríceps unilateralQuadríceps bilateral
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Quadríceps lateralQuadríceps  com extensão de quadril
Alongamento previne lesões, distensões musculares, relaxa o corpo, libera movimentos e ajuda na recuperação apos atividade físicaAlongamento previne lesões, distensões musculares, relaxa o corpo, libera movimentos e ajuda na recuperação apos atividade física
Alongamento de posteriores deitadoAlongamento de banda iliotibial
Alongamento previne lesões, distensões musculares, relaxa o corpo, libera movimentos e ajuda na recuperação apos atividade físicaAlongamento previne lesões, distensões musculares, relaxa o corpo, libera movimentos e ajuda na recuperação apos atividade física
Rotação de colunaRotação de coluna com extensão de joelho

O que fazer quando o nervo Ciático inflama e ataca a coluna e a perna?

Ao fazer os exercícios para alivio da dor no nervo ciático, você percebe que ao se apoiar em uma das  pernas, ali próximo ao joelho, a perna “trava”, não relaxa, fica imóvel assim como o quadril . Percebe esse travamento também ao caminhar e acaba acreditando que é isto sobrecarrega a perna que dói  ainda mais. E vem à mente as perguntas: devo insistir no exercício? Existe alguma outra forma de desbloquear o movimento da perna? Pilates ajuda ou não?

Onde ocorre o travamento

O que fazer quando o nervo Ciático inflama e ataca a perna?
Ciatico, Piriforme, travamento costas e pernas
Esse travamento a que você se refere é exatamente o que você vai ter que tratar e melhorar. Quando o músculo piriforme está tenso e contraído, ele pinça (estrangula)  o nervo ciático logo na saída da coluna, na região do sacro, no final da lombar.  Como esse nervo começa nas ultimas vértebras lombares e inicio do sacro, quando torcemos o pé ou ficamos muito tempo sentado ou de pé, toda a musculatura do glúteo tensiona e o nervo ciático perde mobilidade, ficando preso e dolorido. Dê uma olhada na figura ao lado para localizar o piriforme na região dos glúteos.


Quando você realiza o movimento de cruzar a perna, a sua perna deveria conseguir girar o joelho para fora naturalmente, de forma que, a parte da perna do pé ao joelho (tíbia e fíbula) ficasse paralelo ao corpo formando uma figura “4” com as pernas. Quando existe um encurtamento ou um “nó” no piriforme, ele não deixa a perna girar e passa a pressionar o nervo que passa logo atrás dele.

Destravando as pernas e costas

Para melhorar, você deve descer a perna e esticá-la novamente deixando a sua mão sob o quadril; dessa maneira você vai esquentando e trabalhando o toque sutil exatamente sobre esse ponto que está preso e tenso. Depois, cruze novamente a perna e deixe a sua mão ainda embaixo do quadril para que ela faça uma suave massagem neste mesmo ponto. Transfira o peso da perna sobre o quadril, tombando-a suavemente para direita e esquerda. Faça um movimento curto e vagaroso, em câmera lenta, quase imperceptível. Desça a perna novamente esticando-a para relaxar, e gire os tornozelos sentindo a perna alongar vagarosamente de uma lado e depois do outro. Repita umas 6x. Caso na terceira repetição você sinta que não houve melhora, ou ainda, que ficou mais dolorido, pare imediatamente! Nenhum movimento deve ser forçado!

O que fazer quando o nervo Ciático inflama e ataca a perna?
Ciático, Piriforme, travamento costas e pernas
Outro ponto que você vai trabalhar o toque sutil é embaixo da coxa, no músculo bíceps femoral. Na posição de perna cruzada sobre o joelho, apalpe toda a coxa procurando os pontos mais rígidos e tensos. É nesses pontos que você deve aplicar o calor da sua mão suavemente.



 

Atenção: o piriforme  preso de um lado faz com que você compense e tensione mais ainda o outro. Por isso sempre repita os exercícios dos dois lados.

O que fazer quando o nervo Ciático inflama e ataca a perna?
Ciático, Piriforme, travamento costas e pernas
* Nesta foto a perna esquerda está cruzada sobre a direita, e a perna direita está esticada, os exercícios devem ser feitos com a perna de baixo flexionada e apoiada sobre o solo para dar apoio a perna que cruza.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Fibromialgia: Síndrome Dolorosa Crônica, não Inflamatória, ataca principalmente as mulheres de 30-55 anos

Fibromialgia: Síndrome Dolorosa Crônica, não Inflamatória, ataca principalmente as mulheres de 30-55 anos
Fibromialgia: Síndrome Dolorosa Crônica, não Inflamatória,
ataca principalmente as mulheres de 30-55 anos

Fibromialgia, essa síndrome está associada a sintomas típicos, tais como,  como fadiga crônica, sono não reparador, alterações de memória e concentração, além de ansiedade e depressão. Outros sintomas podem eventualmente estar presentes:   a síndrome do intestino irritável, a cistite, a dor pélvica crônica, cefaleias, disfunção da articulação temporomandibular e hipotensão postural.

Você pode ser portador de fibromialgia se tiver:

  • Dor no corpo todo;
  • Enxaqueca;
  • Irritabilidade;
  • Sensação de formigamento em braços e pernas;
  • Diagnóstico de “bursite” no corpo todo;
  • Uma sacola de exames e todos normais;
A fibromialgia é uma síndrome dolorosa crônica, não inflamatória, caracterizada pela presença de dor musculoesquelética difusa, ou seja, dor no corpo todo e com múltiplos pontos dolorosos sensíveis à palpação, também chamados tender points. Ela acomete preferencialmente o sexo feminino em 70% a 90% dos casos, com idade media de comprometimento de 30-55 anos. Entretanto pode aparecer em qualquer idade com tendência a aumentar a sua frequência com o envelhecimento. Ela esta presente em 93% da etnia branca.
A FM está provavelmente relacionada com uma sensibilização do sistema nervoso central à dor, com um processamento anormal e amplificação dos estímulos dolorosos (sente a dor com maior intensidade do ela realmente se apresenta).O resultado deste fenômeno pode desencadear dor com determinadas características clínicas:
  1. a descrição da dor sempre parece inapropriada em comparação com o grau de lesão ou a lesão não é nem mesmo encontrado;
  2. o estímulo doloroso resulta numa experiência de dor que é maior ou muito mais desagradável do que seria esperado;
  3. estímulos geralmente não dolorosos passam a ser dolorosos;
  4. o tamanho da área dolorosa é maior do que o esperado, considerando-se o estímulo doloroso inicial.
Com o evoluir da doença os estímulos dolorosos iniciais que desencadearam a mesma, não são mais necessários, e os pacientes passam a apresentar um quadro espontâneo de dor devido a redução do seu limiar doloroso (alodínea), a uma resposta aumentada a estímulos dolorosos (hiperalgesia), um aumento na duração da dor após o estímulo doloroso (dor persistente) e, um aumento da área da dor (expansão de campos receptivos).
Na avaliação clínica dos pacientes o estado geral é bom, apesar de apresentar por vezes aparência de cansaço crônico. A dor é o principal sintoma, de intensidade moderada a severa podendo iniciar-se de forma localizada, em uma determinada região (particularmente nos ombros e pescoço) e a seguir tornar-se generalizada ao longo do tempo. Em outras vezes a dor pode-se iniciar difusamente aumentando a sua intensidade gradativamente. Alem da dor persistente, 90% dos pacientes relatam uma fadiga inexplicável. Uma das características marcantes é a presença de pontos dolorosos (tender points) aleatórios, com localização pré-definida na musculatura e regiões próximas das articulações (Figura 1).
Pontos dolorosos (tender points) de fibromialgia,
Fibromialgia: Síndrome Dolorosa Crônica, não Inflamatória,
ataca principalmente as mulheres de 30-55 anos
Distribuição dos pontos dolorosos Fibromialgia

Classificação para a fibromialgia

Os critérios de classificação para a fibromialgia foram estabelecidos em 1990 pelo Colégio Americano de Reumatologia (ACR), tendo como base o conceito de dor generalizada e a presença dos tender points (Tabela 1).
Tabela 1 – Critérios para a classificação da Fibromialgia – ACR 1990
Pela História: Dor musculoesquelética generalizada
Definição:Nos últimos três meses experiência de dor em quatro quadrantes, dividindo-se o corpo abaixo e acima da cintura, lado direito e esquerdo. A dor deve também envolver uma área axial. Como as áreas da coluna cervical, da coluna torácica, região lombar.
Pelo Exame Físico: Dor induzida pela palpação dos Tender-Points
Definição: A dor deve ser induzida em 11 dos 18 (nove pares) locais de tender-points
  • Suboccipital – na inserção do músculo suboccipital
  • Cervical baixo – atrás do terço inferior do esternocleidomastóideo, no ligamento intertransverso C5-C6
  • Trapézio – ponto médio do bordo superior, numa parte firme do músculo
  • Supraespinhoso – acima da escápula, próximo a borda medial, na origem do músculo SE
  • 2ª junção costocondral – lateral à junção, na origem do músculo grande peitoral
  • Epicôndilo lateral – 2 a 5 cm distal ao epicôndilo lateral
  • Glúteo médio – na parte média do quadrante súpero-externo na porção anterior do músculo glúteo médio
  • Trocanter – posterior à proeminência do grande trocanter
  • Joelho – no coxim gorduroso, pouco acima da linha média

Critérios para a classificação da Fibromialgia

Nos últimos anos tem ocorrido uma mudança na percepção global dos médicos e pesquisadores. Os mesmos chamam a atenção, de que o seu diagnóstico deve ser mais minucioso e ir além de uma simples contagem de pontos dolorosos, o que permitirá a valorização mais detalhada dos sinais e sintomas acima descritos. Desta forma, em 2010 foram propostos novos critérios para a sua classificação, mais simples e aplicáveis em todos os níveis de atenção à saúde, sem a necessidade de realizar a contagem de pontos dolorosos. Outro ponto proposto foi desenvolver uma forma de medir a intensidade dos sintomas e um meio de avaliar a resposta terapêutica, através de escalas de gravidade (Tabela 2).
Tabela 2 – Critérios para a classificação da Fibromialgia – 2010
Quadril (nádega, trocanter) E
Mandíbula E
Quadril (nádega, trocanter) D
Mandíbula D
Coxa E
Tórax
Coxa D
Abdome
Perna E
Perna D
depressãovisão borradanervosismo
tonturafebreDor torácica
insôniadiarreiaúlceras orais
dor no andar superior do abdomeboca secaperda/alteração no paladar
constipaçãopruridoconvulsões
náuseafenômeno de Raynaudolhos secos
aziaurticáriarespiração curta
zumbidozumbidofotossensibilidade
fibromialgia pode coexistir com outras doenças reumáticas, sendo as principais: artrite reumatoide (12% dos casos), lúpus eritematoso sistêmico ( 22%), a síndrome de Sjogren ( 7% )e a osteoartrose (11% dos casos)..
No tratamento do paciente com fibromialgia é importante estar atento para três aspectos que podem interferir na sua evolução: genético, ambiental e estilo de vida. 

Fibromialgia: Síndrome Dolorosa Crônica, não Inflamatória, ataca principalmente as mulheres de 30-55 anos
Fibromialgia: Síndrome Dolorosa Crônica, não Inflamatória,
ataca principalmente as mulheres de 30-55 anos
Desta forma, o esclarecimento do paciente sobre a doença, suas causas, evolução e terapêutica devem fazer parte da abordagem inicial, assim como mudanças comportamentais e medidas educacionais devem ser explicadas e fazer parte do tratamento.
Como em todo caso de dor crônica o tratamento deve ser multidisciplinar e individualizado.
Dentro da abordagem terapêutica deve ser salientada a necessidade de atividade física, sendo que os exercícios mais adequados são os aeróbicos, sem carga, sem grandes impactos para o aparelho osteoarticular, como a dança, natação e hidroginástica, que auxiliam tanto no relaxamento como no fortalecimento muscular, reduzindo a dor e em menor grau melhorando a qualidade do sono. Outras terapêuticas também tem se mostram eficazes como a acupuntura, Biofeed-back e suporte psicológico.
Em relação ao tratamento medicamentoso são empregados antidepressivos tricíclicos, que agem alterando o metabolismo da serotonina e da noradrenalina, e nos receptores da dor, promovendo analgesia e melhorando os distúrbios de sono e as alterações de humor destes pacientes. São também utilizados miorrelaxantes e bloqueadores seletivos de recaptação de serotonina.
Os analgésicos tem papel coadjuvante no controle da dor.

domingo, 27 de dezembro de 2015

Conheça alguns Tipos de Dor - Dor na Coluna - Artrose na Coluna - Clínica de Massoterapia em São José (SC)



Dor na coluna

Conheça alguns Tipos de Dor - Dor na Coluna  - Artrose na Coluna -  Clínica de Massoterapia em São José (SC)
A artrose é uma degeneração da articulação, que pode ser causada pelo processo natural de envelhecimento, traumatismos, sobrepeso, sobrecarga em esportes e excesso de esforço nas articulações. Ela causa dor na coluna com irradiação aos membros. O tratamento para artrose de coluna pode ser feito com uso de medicamentos, bloqueios terapêuticos, cirurgias minimamente invasivas (rizotomias, discectomias percutâneas), associada a reabilitação.
A artrose na coluna é uma doença degenerativa que afeta as articulações que formam a coluna, sendo mais frequente nos idosos, mas pode ocorrer em qualquer idade. Ela gera sintomas como dor na coluna, no pescoço ou no quadril e seu tratamento pode incluir a necessidade de cirurgia.
A artrose pode afetar toda a coluna ou somente uma parte dela ,e por isso, o indivíduo pode ser diagnosticado com: artrose na coluna cervical, artrose na coluna dorsal ou artrose na coluna lombar dependendo dos locais afetados pela doença.
Sintomas da artrose na coluna
Os sintomas da artrose na coluna incluem:
  • Dor na coluna que piora com o movimento;
  • Dificuldade em mover-se devido a dor na coluna;
  • Pode haver sensação de formigamento ou de dormência no pescoço ou nos braços quando há artrose cervical;
  • Pode haver sensação de formigamento ou de dormência nas pernas quando há artrose lombar.

Causas da artrose na coluna
As causas da artrose na coluna podem ser:
  • Desgaste natural das articulações da coluna devido a idade;
  • Movimentos repetitivos;
  • Excesso de exercícios físicos;
  • Traumatismo;
  • Pré-disposição genética.

Conheça alguns Tipos de Dor - Dor na Coluna  - Artrose na Coluna -  Clínica de Massoterapia em São José (SC)
Dor na Coluna  - Artrose na Coluna -
Diagnóstico da artrose na coluna
O diagnóstico da artrose na coluna pode ser feito com base nos sintomas que o indivíduo apresenta e pode ser confirmado pela realização de exames como:

  • Radiografia da coluna;
  • Ressonância magnética ou
  • Tomografia computadorizada.

Tratamento para artrose na coluna
O tratamento para artrose na coluna pode ser feito com o uso de medicamentos, fisioterapia e/ou cirurgia. Em casa, o que pode ser feito é colocar uma bolsa de água morna no local da dor durante 20 minutos, 2 vezes ao dia. Alguns cuidados são essenciais para o sucesso do tratamento, como evitar pegar pesos e ficar numa postura incorreta. O melhor exercício para quem sofre com artrose na coluna é a natação, exclusivamente no método crawl.

Conheça alguns Tipos de Dor - Dor na Coluna  - Artrose na Coluna -  Clínica de Massoterapia em São José (SC)
Dor na Coluna  - Artrose na Coluna -
As sessões de osteopatia também podem ser uma boa opção para complementar o tratamento. Elas vão reajustar a posição das vértebras da coluna, diminuindo o atrito entre elas, mas não é indicada para todos os casos.

sábado, 26 de dezembro de 2015

Dores Lombares são sinais de alerta de problemas na coluna - Clínica de Massoterapia em São José SC

A Dor Lombar: um Sinal de Alerta


Dores Lombares são sinais de Alerta de problemas na coluna - Clínica de Massoterapia em São José SC
As dores lombares ou lombalgias estão entre os distúrbios dolorosos que mais acometem os seres humanos, sendo que a sua incidência é um pouco menor que, a dor de cabeça. Popularmente chamada de dor nas costas, ela atinge 80% da população adulta em algum momento da vida. Aproximadamente 20% de seus portadores apresenta uma dor insuportável e limitante.

Ela é a principal causa de incapacidade em indivíduos com menos de 45 anos em países industrializados, e também a maior causa de absenteísmo no trabalho na faixa etária produtiva. Ela se apresenta com igual incidência em ambos os sexos. Cerca de 5% das crianças, também terão pelo menos um episódio de dor lombar neste período de vida. A lombalgia, na verdade, não é uma única doença, e sim um conjunto de sintomas. Já foram enumeradas mais de cinquenta causas que podem desencadear a mesma.  




Dores Lombares são sinais de Alerta de problemas na coluna - Clínica de Massoterapia em São José SC
Dor nas Costas - Hérnia de Disco - Lombalgia
Clínica de Massoterapia e Quiropraxia em São José SC
Devido à complexidade estrutural da coluna vertebral (discos, ligamentos, articulações, músculos, nervos, etc.), o medico muitas vezes, na maioria dos casos, tem dificuldade em identificar a ou as estruturas da coluna responsável pela dor.


Entretanto, após um mês de evolução, infelizmente, não mais que 35% dos doentes têm um diagnóstico de sua causa, segundo a literatura médica. Atualmente, com a evolução das técnicas de imagem (ressonância magnética), associada à experiência do médico e do conhecimento cientifico, o seu diagnóstico tem sido mais conclusivo. A dor lombar pode se manifestar de maneira aguda ou crônica, desde um simples movimento de torção, má postura até uma hérnia de disco.


 
Dores Lombares são sinais de Alerta de problemas na coluna - Clínica de Massoterapia em São José SC
Dor nas Costas - Hérnia de Disco - Lombalgia
Clínica de Massoterapia e Quiropraxia em São José SC
Em aproximadamente 1,5% dos casos, a dor pode se irradiar para um ou ambos os membros inferiores, seguindo o trajeto de uma raiz nervosa, é a popular dor ciática, decorrente da compressão de uma ou mais raízes nervosas ao nível da espinha. A boa notícia é que mais da metade dos casos de dor lombar, se curam ou melhoram com simples medidas e às vezes pela própria natureza. A dor lombar aguda tem duração média de duas a seis semanas.

Cerca de 80% dos pacientes recuperam-se e retornam às suas atividades rotineiras. Mas, há casos em que a dor lombar é um aviso, ou seja, alarme de doenças mais graves que inclusive podem colocar a vida do paciente em risco e por isso requerem diagnóstico precoce e preciso.

Entretanto, a dor pode se tornar na crônica, onde podem estar envolvidos fatores psicossociais, como a falta de condicionamento físico, problemas familiares e no trabalho, ansiedade, depressão, vícios com o tabagismo, alcoolismo e abuso de drogas entre outros.

Conclusão.


Uma simples dor nas costas, principalmente quando ela persiste, deve ser bem avaliada, pelo reumatologista, especialista clinico do aparelho locomotor. O tratamento da lombalgia exige uma cumplicidade entre o medico e o paciente, que, deverá fazer a sua parte, obedecendo às orientações médicas. O tratamento na grande maioria dos casos é clinico. Cirurgia é exceção em até 5% dos casos.

Dores Lombares são sinais de Alerta de problemas na coluna - Clínica de Massoterapia em São José SC
Dor nas Costas - Hérnia de Disco - Lombalgia
Clínica de Massoterapia e Quiropraxia em São José SC

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Terapia do Cone Chinês ou Hindu em São José SC - Técnica natural de Desobstrução de Ouvido, Nariz e Garganta





Terapia do Cone Chinês ou Hindu em São José SC - Técnica natural de Desobstrução de Ouvido, Nariz e Garganta


Terapia do Cone Hindu ou Chinês
Método Natural de Desobstrução de Ouvido, Nariz e Garganta




O tratamento com os cones chineses, além da parte física, também promove um re-equilíbrio sensorial e emocional, trazendo à tona a sensibilidade. Eles apuram os sentidos – depois do tratamento, há uma melhora na visão, olfato, paladar, audição, além do re-equilíbrio emocional...


Indicações


Perda de audição causada por excesso de cerume, rinites, sinusites e otites, tonturas sem causas definidas, alguns casos de Zumbido nos ouvidos, excesso de mucosidade(ouvido, nariz e garganta), higiene dos ouvidos, otalgias causada por otites, enxaquecas, sinusite crônica, síndrome de Meniére, ativa a circulação nos ouvidos, vertigens.


Contra-indicações



Processos cirúrgicos recentes, cisto nos ouvidos, mastoidite, corrimentos, osteosclerose, perda de audição congênita, tumores no ouvido, rompimento do tímpano.






A cera de ouvido e o uso de hastes flexíveis

 



Terapia do Cone Chinês ou Hindu em São José SC - Técnica natural de Desobstrução de Ouvido, Nariz e Garganta
Limpeza de Ouvidos Com Cones Chineses
São José (SC) - bairro: Centro






O cerume (cera de ouvido) pode obstruir o canal auditivo, causando prurido (coceira), dor e perda auditiva temporária. O cerume, é composto de descamação, de secreção sebácea e do produto de glândulas cerimoniosas. É produzido na porção do "canal auditivo" mais próxima do orifício onde ficam os "pelinhos" e desempenha um papel protetor, no sentido de aglutinar e reter partículas estranhas e micróbios.




 

Certos indivíduos apresentam produção aumentada de cerume, o que leva à formação de verdadeira rolha, que pode acarretar surdez súbita, ou até dor de ouvido e tontura. A limpeza dos ouvidos não deve nunca ser realizada com as hastes flexíveis e isto serve para indivíduos de todas as idades, inclusive crianças e bebês.


Terapia do Cone Chinês ou Hindu em São José SC - Técnica natural de Desobstrução de Ouvido, Nariz e Garganta
Limpeza de Ouvidos Com Cones Chineses
São José (SC) - bairro: Centro
Os bastonetes envolvidos em suas extremidades por algodão podem ferir a pele do ouvido, favorecendo sangramentos e a instalação de infecções; empurrar a cera mais para dentro ou até perfurar o tímpano, causando perda da audição. O ouvido externo é formado pela parte externa do ouvido (orelha, pavilhão auricular) e pelo canal auditivo (meato auditivo externo). Os distúrbios do ouvido externo incluem obstruções, infecções, lesões e tumores.





 
Deus foi sábio ao criar os dedos das mãos grossos demais para serem introduzidos nos ouvidos. As orelhas devem ser limpas ou secas apenas superficialmente e externamente, após os banhos e com toalhas macias.

A Técnica de Desobstrução dos Ouvidos, com Cones, é uma sabedoria antiga redescoberta... Um remédio popular para desobstruir e purificar o canal do ouvido. É usada em várias partes do mundo, incluindo Europa e Estados Unidos.







Por que o ouvido produz cera no canal auditivo?



Terapia do Cone Chinês ou Hindu em São José SC - Técnica natural de Desobstrução de Ouvido, Nariz e Garganta
Limpeza de Ouvidos Com Cones Chineses
São José (SC) - bairro: Centro
É recorrente na vida das pessoas chegar na frente do espelho e se deparar com aquela sujeira localizada na entrada da orelha. Ou então, ter uma sensação de abafamento na audição em razão do 


 

excesso dela no canal auditivo.

Mas, afinal, por que o ouvido produz cera?

De acordo com a otorrinolaringologista Patrícia Ciminelli, do Hospital Universitário Clementino Fraga, ligado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a cera ou cerume é produzida por glândulas especiais, conhecidas como glândulas ceruminosas, existentes na região mais externa do canal auditivo e é composta por substâncias que atuam na proteção contra a propagação de micro-organismos."Como a passagem até a região mais profunda do ouvido é muito estreita, escura e revestida por pele, isso facilita a entrada de detritos nocivos que podem ser prejudiciais, no entanto, essa proteção proporcionada pela cera é de extrema importância", explicou. Outra função de proteção é dada pela retenção de poeira e partículas de areia, impedindo que esses elementos provoquem danos à membrana timpânica.


Segundo ela, muitas pessoas têm facilidade para produzir a substância em excesso, o que pode resultar na formação de uma espécie de "rolha" que tapa o canal auditivo, abafando a audição e dando sensação de surdez.



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Limpeza de Ouvidos Com Cones Chineses
São José (SC) - bairro: Centro
Ciminelli alertou que o uso do cotonete para a 
limpeza do canal auditivo deve ser feito com muito cuidado e retira-se apenas a cera da região externa do ouvido.

"Devemos limpar somente o que fica visível na orelha e de forma muito cuidadosa, porque a pele que reveste o tímpano é muito frágil, e colocar o cotonete profundamente, pode causar uma perfuração séria na região", avisou.



A doutora avaliou que realizar a higiene durante o banho é uma boa opção, mas também deve ser feita com muita cautela.

Rolha de cerume

Patrícia Ciminelli afirmou que a utilização diária e descuidada do cotonete pode acabar empurrando a cera cada vez mais para dentro do ouvido, acumulando-a ao redor do canal auditivo e formando um verdadeiro tampão próximo ao tímpano. Em alguns casos, esse excesso pode se tornar difícil de ser retirado pela própria pessoa e o melhor a fazer é procurar auxílio médico.

O canal auditivo tem entre 3 a 4 cm de extensão, do início até a região do tímpano, e este excesso deve ser removido pelo especialista por meio de lavagens e aspirações com instrumentos adequados. 


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Limpeza de Ouvidos Com Cones Chineses
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Curiosidade: Segundo a lenda, durante as limpezas nas cerimônias de sacrifícios das aldeias indígenas primitivas da América do Norte, os indígenas queimavam as palhas de arroz e as colocavam nos ouvidos. Terminando este processo de limpeza, sentiam um bem-estar no corpo todo e o cérebro ficava mais lúcido, achavam que podiam curar as doenças e os demônios não os atingiam.
Esta aplicação natural antiga e milenar foi levada pelos imigrantes europeus da América do Norte, sendo então aplicado na medicina européia.
Segundo a lenda, a aplicação do cone Hindu ou Chinês, para os ouvidos é milenar, existindo desde o antigo Egito, na Índia, na China, no Tibete e até na Europa atual. É uma das disciplinas oficiais nas faculdades de medicina da Alemanha que é um país com tecnologia avançada na medicina.
Este segredo do cone foi passado de geração em geração e hoje faz parte da cultura européia principalmente na Itália e Alemanha.
Fonte: Brasil Oriente





Aplicação com duração de cerca de 1 hora, incluindo higienização externa do ouvido, pós e pré-terapia. 

R$ 40,00 para aplicação em uma pessoa nos dois ouvidos
R$ 60,00 para aplicação nos ouvidos e nariz

Ligue agora e marque sua hora:
(0xx48)3094-5746


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