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domingo, 6 de dezembro de 2015

ESPONDILITE ANQUILOSANTE: doença inflamatória crônica afeta as articulações da coluna, quadril, joelhos e ombros

ESPONDILITE ANQUILOSANTE: doença inflamatória crônica afeta as articulações da coluna, quadril, joelhos e ombros

ESPONDILITE ANQUILOSANTE
espondilite anquilosante é um tipo de inflamação dos tecidos conectivos, que por sua vez é responsável por inflamação das articulações da coluna e grandes articulações, como os quadris, ombros e outras regiões. A causa da doença é desconhecida. Os especialistas sabem que a doença é cerca de 300 vezes mais freqüente em pessoas que herdam um determinado grupo sanguíneo dos glóbulos brancos, quando comparadas com aquelas que não possuem esse marcador genético, denominado HLA B27. Cerca de 90% dos pacientes com espondilite anquilosante são HLA B27 positivos.
 
ESPONDILITE ANQUILOSANTE: doença inflamatória crônica afeta as articulações da coluna, quadril, joelhos e ombros
Esponditilite Anquilosante
  A teoria mais aceita é a de que a espondilite anquilosante possa ser desencadeada por uma infecção intestinal naquelas pessoas geneticamente predispostas a desenvolvê-las, ou seja, portadoras do HLA B27. A doença não é transmitida por contágio ou por transfusão 
sanguínea.


A inflamação que afeta a coluna, geralmente inicia-se na região inferior das costas e após um período de inflamação, que causa dores e rigidez das costas, abranda-se gradualmente. Como seqüelas, pode deixar alguma dor e rigidez na coluna que podem causar deformidades (costa curvada), caso o paciente não mantenha uma boa postura.
 A doença não possui cura, mas com tratamento precoce pode ser bem tolerada.

A espondilite anquilosante toma diferentes rumos em pessoas diferentes, sendo que dois casos nunca são exatamente iguais.
Com o passar do tempo, após a fase ativa da doença em que as juntas estão inflamadas, a doença se torna bem menos ativa ou mesmo totalmente inativa. Os sintomas podem surgir e desaparecer durante longos períodos mas, no final, ela cede. Os ossos das vértebras da coluna crescem, formando pontes entre as vértebras, às vezes envolvendo completamente as juntas, impedindo assim que ela se mova, causando a rigidez denominada anquilosante. A coluna lombar geralmente se torna rígida, bem como a região posterior superior do pescoço. É por esta razão que é muito importante que se mantenha uma boa postura.


ESPONDILITE ANQUILOSANTE: doença inflamatória crônica afeta as articulações da coluna, quadril, joelhos e ombros
Esponditilite Anquilosante
Algumas pessoas podem ter apenas uma série de leves dores e desconfortos, durante vários meses, sem entretanto incomodá-las demais. Isso parece ser mais comum nas mulheres com espondilite anquilosante. Nesse estágio, a doença pode tanto desaparecer, como pode prosseguir causando rigidez na coluna dorsal ou mesmo no pescoço.
Não existe nenhum exame direto para diagnosticar a espondilite anquilosante. Um exame clínico e exames de raio X da coluna, que mostrem mudanças espinhais características e sacroileíte. são as principais ferramentas de diagnóstico. Dor lombar persistindo por >3 meses, que melhora com exercício e não melhora com repouso, rigidez lombar de repouso e diminuição da expansibilidade torácica também são observados no exame clínico.

Os órgãos e tecidos mais afetados pela espondilite anquilosante são:

- Articulações da coluna vertebral;
- Outras articulações (articulações dos quadris, ombros, joelhos, entre outras);
- Ossos;
- Olhos;
- Coração, pulmão e sistema nervoso central;
- Pele;
- Intestino.

ESPONDILITE ANQUILOSANTE: doença inflamatória crônica afeta as articulações da coluna, quadril, joelhos e ombros
Esponditilite Anquilosante


Não há cura para a espondilite anquilosante e, embora a doença tenda a ser menos ativa conforme a idade avança, o paciente deve estar consciente de que o tratamento deve durar para sempre. O tratamento objetiva o alívio dos sintomas e a melhora da mobilidade da coluna onde a mesma tenha diminuído, permitindo ao paciente ter uma vida social e profissional normal. O tratamento engloba o uso de acupuntura, medicamentos, fisioterapia, correção postural e exercícios, que deve ser adaptado a cada paciente.

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